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Precisa Escrever: você tem o trevo de 4 folhas, se a ”Vida” a ”Esperança”

Sonhar com Felicidade

significa que em breve acontecimentos importantes e positivos surgirão para mudar sua vida para melhor. Pode significar que você terá papel fundamental na felicidade de alguém que você ama.Sentir felicidade em sonho é indício de mudanças favoráveis na vida de quem sonha.

Significado dos Sonhos

Sonhar com felicidade é o tipo de sonho que as pessoas mais desejam ter ao longo de toda a vida. É interessante pensarmos que ele significa que nós iremos driblar qualquer situação difícil na vida ou constrangimento que surgir, porém esse sonho carrega por traz outras interpretações não tão boas assim. Fique atento aos sinais exagerados e chamativos demais, eles têm muito a te revelar. Siga abaixo as instruções se conselhos sobre o que sonhar com felicidade tem a nos dizer.

Sonhar com felicidade de amigo

Sonhar com felicidade de amigo é uma das coisas que mais queremos, será? Se essa personalidade for realmente sua amiga, com sentimento real de ambos os lados, podemos dizer que sim, porém se um dos lados carrega consigo uma gota sequer de inveja esse desejo já não é tão verdadeiro assim e é aí que mora o problema.Sonhar com felicidade de amigo pode parecer bom para aqueles que compartilham de um mesmo sentimento, já para os que não sentem as coisas na mesma sintonia podem vir a se prejudicar por conta da inveja e da discórdia. Se esse for o seu caso, cabe mais uma reflexão sobre os maus sentimentos que afloram dentro de si quando se depara com a felicidade de um amigo do que afrontá-lo mediante a tanta alegria.

Sonhar com felicidade de familiar

Sonhar com felicidade de familiar é sempre bom. Este sonho revelou para você que alguém do seu círculo familiar está para receber grandes bênçãos e você, por algum motivo, terá um papel significativo na vida desta mesma pessoa.

Sonhar com felicidade em familia

Pode ser que ela confie muito em você e te conte primeiro as novidades, pode ser que ela precise da sua ajuda e com ela possa conquistar o que tanto deseja. Enfim, por alguma razão vocês serão colocados juntos para atuarem no palco da vida e assim a felicidade dela terá algo em comum com você.

Sonhar com felicidade no amor

Quem não deseja sonhar com felicidade no amor? De certo, todos nós. Pois então é chegada a hora de você se sentir afortunado pois a fase radiante e calorosa do bom amor está para chegar. Este sonho revela que um grande amor, caso você esteja à procura de um, surgirá na sua vida. No caso dos casados e enamorados, o sonho indica que é hora de abaixar as armas e curtir bons e saudáveis momentos a dois. Também pode ser a hora de dar um passo de grande importância na vida de vocês. Casamento? Um filho? Quem sabe?

Sonhar com felicidade de outras pessoas

Ao sonhar com felicidade de outras pessoas você está vivendo uma situação penosa no seu dia a dia e por isso, quando sonha com felicidade, é somente a sua mente tentando compensar a tristeza profunda que você sente, e pensando que ela é efêmera e logo logo passará. Não se atormente, em breve o sentimento gostoso da felicidade estará de volta à sua vida e desta vez para ficar.

Sonhar com felicidade exagerada

Sonhar com felicidade exagerada é indício de um mau presságio. Lembre-se sempre de que a felicidade não é nunca exagerada, pelo contrário, algumas vezes só sabemos que fomos felizes quando ela já passou, se foi.
Sonhar com felicidade
É fácil reconhecer que fomos felizes quando olhamos para trás, mas é difícil percebemos no presente o quanto somos felizes com as menores coisas da vida. O fato de você ter sonhado com uma felicidade exagerada é justamente o oposto da imagem que ela passou, será preciso manter os pés no chão para passar pelo furacão.

Sonhar que a felicidade lhe escapa

Sonhar que a felicidade lhe escapa significa que momentos de tristeza e agonia estão por chegar a sua vida, mas não se aflija, a felicidade não bate uma única vez à nossa porta, é preciso que a gente passe por fases difíceis para depois, lá na frente, ter condições de entender e sentir a verdadeira felicidade. Por hora tenha força e fibra, siga em frente e passadas as nuvens carregadas o sol irá acalentar seu coração.

Sonhar que está procurando a felicidade

Sonhar que está procurando a felicidade, em especial de for de forma incessante, como por todos os lugares em que você se vê ou como quem procura por um objeto perdido, significa que talvez você não esteja aproveitando como deveria os seus momentos reais de felicidade, e isto está te fazendo se sentir triste, infeliz. É importante vivermos os momentos presentes que estão repletos de boas coisas com mais intensidade e até com uma certa consciência de que aquele momento é real, é o da felicidade. Por vezes achamos que a felicidade deve ser sempre gritante, exagerada, mas não é bem assim que acontece, a felicidade é algo doce e sutil, por isso está contida nos menores prazeres da vida, aprenda a reconhecê-los e a aproveitá-los verdadeiramente.

 

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Amor e a expressão mais singela a se compartilhar com outro!

Significado da Palavra Amor. Amar uma pessoa significa querer envelhecer com ela. … Amor verdadeiro é aquele onde duas pessoas se amam, independente das situações e problemas que possam viver.

O que é Amor/Verdade:

Amor verdadeiro é aquele onde duas pessoas se amam, independente das situações e problemas que possam viver.

O amor verdadeiro é aquele onde nada abala e que resiste a qualquer dificuldade, fazendo com que o casal fique unido nos momentos ruins e celebre todos os momentos alegres juntos.

Amor verdadeiro é um tema muito discutido, muitas pessoas duvidam se ele realmente existe. Com a promiscuidade existente, muitas pessoas deixaram de acreditar no amor verdadeiro, e isso geralmente acontece depois de vivenciar experiências ruins, como traição, falta de confiança, humilhação e etc.

O amor verdadeiro é diferente da paixão, ele não se concentra em coisas fúteis e pequenas, ele se preocupa com o grande, com os sentimentos, com os benefícios que o relacionamento traz. ambos os sexos opostos.

Muitas vezes, um amor verdadeiro morre quando uma das partes envolvidas quebra a confiança existente.

O amor verdadeiro pode também estar relacionado com temas religiosos, porque quem acredita em Deus, acredita que Ele é a fonte de amor, e demonstra um amor verdadeiro aos seres humanos.

É muito comum encontrar pessoas que sentem uma forte necessidade de encontrar o seu amor verdadeiro e expressar este mesmo sentimento por outra pessoa.

As características do amor são muitas conforme explicado anteriormente mas para entendermos a fundo esse sentimento tão complexo devemos trazer a tona os conceitos sobre o amor, aqueles que se caracterizam através da formação de vínculos emocionais com outras pessoas, sejam familiares, amigos ou até um relacionamento amoroso em seus mais complexos estilos e possibilidades. Para entender mais a fundo o conceito do amor é preciso entender que esse sentimento é um organismo vivo que se alimenta constantemente de sentimentos recíprocos, uma série de estímulos que podem ser demonstrados através de gestos, palavras, pensamentos, esses estímulos podem ser sensoriais ou psicológicos e são de grande valia para sustentar esse sentimento, para que ele possa crescer e se moldar em um vinculo eterno entre duas pessoas que se completam e possam envelhecer juntas, compartilhando o amor/verdade.

 

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Relacionamento Saudável, é o que nós queremos no amor! Avalie o amor que você sente é Saudável ou Patológico?

Sofremos por amor, nos anulamos por amor, nos humilhamos pelo nosso par, choramos por um término e fazemos tudo o que for possível por pessoas que não merecem. Talvez tenhamos um profundo medo de acabar sozinhos, de nos encarar no espelho e de descobrir quem realmente somos.

Tivemos tantos relacionamentos e nos machucaram tanto que não somos capazes de distinguir um relacionamento saudável de um abusivo. Simplesmente temos medo da solidão e nos conformamos com pessoas que não nos tratam bem ou não nos amam.

APRENDA A IDENTIFICAR UM RELACIONAMENTO ABUSIVO

O psicólogo Walter Riso em seu livro “Amar ou depender” nos ajuda a diferenciar aqueles relacionamentos não saudáveis que nos prejudicam e não nos trazem nada de bom. Riso classifica os seguintes tipos de relacionamentos abusivos:

Amor obsessivo

Segundo Riso: “A obsessão implica que o amor se tornou insaciável no relacionamento. Um dos membros do casal nunca está satisfeito com o relacionamento, não pode fazer nada sem seu parceiro e demonstra uma grande dependência que pode existir um sintomas patológicos de amor disfuncional, entre o casal.

Uma pessoa que vive um relacionamento desses sente-se obrigada a dar o que não quer, se estressa e, em alguns casos, se sente acuada. Um parceiro obsessivo não tem limites, não dá espaço para a nossa liberdade e nosso individualismo.

Amor condensado

Trata-se de casais em que cada pessoa perdeu sua identidade, eles perderam seu amor próprio. Riso afirma que os casais desse tipo acabam adotando os mesmos gestos, piadas e formas de se vestir. Inclusive, às vezes, o amor condensado chega a manifestar um certo sentimento de posse em relação a outra pessoa.

No entanto, amar significa muito mais e sobretudo significa manter nossa individualidade, deixar que a outra pessoa seja como ela é, amá-la por isso e sermos nós mesmos, com nossos defeitos e virtudes. É uma questão de adaptação.

Amor temeroso

Todos nós temos medo de que um relacionamento chegue ao fim ou de que algo de ruim possa acontecer com uma pessoa que gostamos, mas não podemos esquecer que amar outra pessoa sempre é um risco. O medo da perda indica uma pessoa insegura, que tem medo do fracasso e do abandono.

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Mas esse medo se desdobra em muitos outros: medo de que o nosso companheiro nos decepcione, de descobrirmos uma infidelidade, de que nos abandonem ou de que o amor termine sem razão aparente. Riso recomenda termos em mente que no amor não existem certezas, que temos que aceitar a incerteza em uma relação saudável.

Amor opressivo

No amor é obrigatório respeitar a liberdade da outra pessoa, ou seja, que ela tenha seus próprios amigos, atividades, preferências, gostos e opiniões. Um amor que não respeita todos esses aspectos acaba por tornar-se opressivo e nos impede de sermos nós mesmos.

Cada membro do casal deve respeitar a personalidade, princípios, valores e objetivos da outra pessoa, ainda que sejam diferentes dos seus. É importante aprender e aceitar essas diferenças para que o relacionamento seja saudável e exista uma confiança mútua.

OS SEGREDOS PARA UMA RELAÇÃO SAUDÁVEL

Marc e Angel Chernoff passaram muito tempo ajudando seus clientes a construir relacionamentos saudáveis e duradouros e conseguiram dar algumas respostas a uma pergunta que fazemos sempre: o que é necessário para criar e alimentar uma relação saudável? Para isso criaram uma lista do que você não deve fazer para ter uma relação saudável. Alguns exemplos das suas abordagens vão a seguir.

Não espere que seu relacionamento resolva os seus problemas

Se você tem medo de estar sozinho, uma relacionamento não é a solução. Antes você terá que ver de onde vem e a que se deve esse medo da solidão e, uma vez que tenha resolvido e superado o seu problema, poderá se relacionar de uma forma mais saudável com a outra pessoa.

Não se esqueça que os seus vazios, seus medos, seu aborrecimento são problemas que interessam apenas a você e que vão persistir numa relação se você não resolvê-los antes. Portanto, enfrente a si mesmo e resolva seus problemas antes de iniciar uma relação.

Não brigue, nunca esqueça das qualidades da outra pessoa que está ao seu lado.

Quando começamos um relacionamento é normal querermos passar muito tempo juntos, mas pouco a pouco devemos deixar um espaço ao nosso parceiro e ter nosso próprio espaço. Não podemos esquecer que temos nossa vida e que ter um tempo para nós é fundamental em uma relação saudável. Aprende a valorizar a qualidade da pessoa amada se ela te faz bem, então estimule tais qualidades, não identifique imperfeições, pois todos nos temos defeitos se você, aceitar desafio de identificar pontos positivos da pessoa amada você encontrar a um verdadeiro amor saudável um vinculo afetivo bem estabelecido duradouro e congruente ambos o parceiro e parceira, a vida terá mais sentido para dois alcançado a confiança, companheirismo, a empatia, a atração um pelo outro, a paixão e por fim o amor saudável, flexível cheio de ternura, carinho e afeição um pelo outro. 

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Os casais que são felizes sabem valorizar o tempo sozinhos, gostam de sua independência para fazer as coisas de forma diferente e, ao final do dia, compartilham suas experiências mutuamente como uma forma de enriquecer a relação.

Não guarde segredos

A confiança é a base essencial de qualquer relacionamento. Se a confiança se perde é muito complicado voltar a recuperá-la. Por esse motivo, é importante que nosso parceiro não se sinta como um estranho em nossas vidas.

Surgirão ocasiões nas quais queremos ficar sozinhos, em que precisamos de espaço para tratar nossos problemas, e uma relação saudável vai nos proporcionar isso, mas se queremos esse espaço é bom que façamos um esforço de sinceridade e falemos das razões que nos levam a procurá-lo.

Às vezes escutamos frases como “eu não menti, eu omiti”, que é uma contradição absoluta, porque as omissões são mentiras. Se você mente ou omite a verdade, ela vai vir à tona mais cedo ou mais tarde.

Não deixe que o medo o domine

Nunca se perde por amar, e sim por se conter. Nenhum relacionamento baseado no amor compartilhado é impossível, a menos que você deixe de dar uma oportunidade. Amar outra pessoa significa criar uma oportunidade de se ferir, mas também de ser feliz.

Não podemos enfrentar a vida com medo de nos relacionar, é importante aprender a confiar, ainda que tenham nos machucado antes. O importante é não cometer os mesmos erros e aprender a cada dia. Para a psicologia o amor saudável e uma relação estável onde o casal tem seus momentos de cometer, mas ocorre o aprendizado entre os lados, usando por meio da capacidade de Resiliência resolver conflitos de forma saudável e que eles possam se entender por meio de diálogos, como crises de casais por ao longo do casamento que fica desgastado por comodismo ou falta de adaptação ambos os lados, para que ocorra o padrão de normalidade dentro de uma relação saudável não deve ocorrer agressões físicas e verbais o casal deve  Compreensão. Empatia. Habilidades de comunicação adequadas. Não se concentrar apenas nos aspectos positivos ou negativos. Capacidade para propor ideias e aplicar soluções. Senso de humor e se colocar no lugar do outro de forma congruente para se entender, não perder a confiança um pelo outro e o afeto do casal.

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“Loves that give sadness, sick relationships that bring psychological damages”

This complaint, then ordinary though very important! It reveals people’s general difficulty in loving, and their profound willingness to engage in loving affairs that always “give in to nothing,” in relationships that always end when they seem to “have everything to succeed” and in affective and sexual involvements which wear out but, strange as it may seem, are often kept to exhaustion until marriage and the emergence of children, when the situation gets much worse. Complaints are as varied as possible given the extreme variability of the partners involved and the infinite number of situations in which relationships and involvements can occur. They range from unbridled and painful passion to almost inexperience to the inexplicable duration of a childhood courtship that has disastrously evolved into marriage, although it was always “on the face of it that it was not going to work.” Going from a love triangle to a conflicting homosexual relationship or on the other hand the maintenance of a conflicting heterosexual relationship and, simultaneously, a pleasant homosexual relationship. Anyway it’s a no-if-ending of possibilities! In almost all of these complaints, patients manifest some degree of difficulty in the sexual sphere, ranging from the loss of arousal to the total impossibility of consuming the sexual act (impotence in man and vaginismus in woman. they are usually kept hidden from doctors, friends, relatives and even, where possible, the partner or sexual partner as in the case of women who do not reach orgasm and pretend to live it, to “satisfy” the partner; Conflicting but compulsively held double relationships are also common complaints, with patients’ assertion that “they do not like this kind of situation but that a greater force or the accidents of life make them have these behaviors. According to these strands people are faced with these conflicting situations in relationships rather than being in a healthy relationship are often related to problematic people and difficult coexistence, and complicated relationships cause psychological damage to their partners and patients by shaking their emotional state, so that frustrations do not occur, we must choose our partners and partners better, then we can find a syntony between them the sides to be able to enter into a more healthy and lasting relationship in their experiences providing health and well being to the confident couple.

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”Amores que dão tristeza, relacionamentos adoecidos que trazem danos Psicológicos”

Esta queixa, então corriqueira embora de importância muito! Revela a dificuldade geral, nas pessoas, de amar, e a profunda disposição delas em se envolver em casos amorosos que sempre ”dão em nada”, em relações que sempre acabam quando pareciam” ter tudo para dar certo” e em envolvimentos afetivos e sexuais que desgastam mas, por estranho que parecer, são mantidos até a exaustão muitas vezes até o casamento  e o surgimento de filhos, quando a situação fica bem mais grave. As queixas são as mais variadas possíveis, dada a extrema variabilidade dos parceiros envolvidos e o número infinito de situações em que os relacionamentos e envolvimentos podem se dar. Vão da paixão desenfreada e dolorosa por um quase desconhecimento até a duração inexplicável de um namoro de infância que evoluiu desastrosamente para o casamento, embora sempre ”estivesse na cara que não ia dar certo” Vão de um triângulo amoroso  consentido a uma relação homossexual conflitante ou por outro lado a manutenção de uma relação heterossexual conflitante e, simultaneamente, uma relação homossexual prazerosa. Enfim é um não-se-acabar de possibilidades! Em quase todas estas queixas os pacientes manisfestam algum grau de dificuldade na esfera sexual, indo da perda de excitação á total impossibilidade de consumar o ato sexual (impotência, no homem e vaginismo, na mulher. Estes problemas na esfera sexual ( e os sentimentos que eles provocam) geralmente são mantidos escondidos de médicos, amigos,parentes e ate mesmo, quando é possível, do parceira ou parceiro sexual como no caso de mulheres que não atingem o orgasmo e fingem vivê – lo, para ”satisfazer” o parceiro; na verdade, temendo admitir que não o atingem. Relacionamentos duplos conflitantes mas compulsivamente mantidos também são queixas comuns, com a firmação, pelos pacientes, de que”não gostam deste tipo de situação mas que uma força maior ou os  acasos da vida fazem com que eles tenham este comportamento. de acordo com essas vertentes pessoas que se deparam com essas situações conflitantes em relacionamentos em vez de estar em um relacionamento saudável, muitas das vezes estão – se relacionando com pessoas problemáticas e difícil convivências, e relacionamentos complicados provocam danos psicológicos a suas parceiras e paceiros abalando seu estado emocionais, para que não ocorra frustrações devemos escolher melhores nossas parceiras e parceiros, então encontrarmos um sintonia ambos os lados para ter condições de entrar em um relacionamento mais saudável e duradouro em suas vivências  proporcionando saúde e bem estar ao casal confidente.

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É Quando ocorre Suícidio entres profissionais de saúde Mental

”A questão do suicídio está ligada à saúde mental sim. Não é necessariamente uma patologia ou uma doença”O ser humano é marcado pela finidade, insegurança e pela vulnerabilidade da sua existência.Com isso, podemos discorrer sobre o quanto o ser humano está em sofrimento. Observa-se,nos tempos atuais, que muitos indivíduos encontram a cessação do sofrimento no ato de atentar contra a própria vida, ou seja, o autoexterminio. Muitos dos profissionais interactuam de maneira presente e significativamente maior contato com pessoas hospitalizadas, que tenham sofrimento seja ele intenso ou não. Esses também se encontram em um ambiente estressante, fazendo com que se tornem suscetíveis aos problemas de âmbito de saúde mental, onde que decorrente a essa qualidade psíquica abalada tem- se a probabilidade de idealização suícida ou suicídio consumado. O suicídio então é uma temática muito discutida por vários autores, mas que ainda se apresenta velada ao ser debatida, e no que diz respeito ao suicídio presente no meio de profissionais da saúde é visivelmente possível perceber o quanto é difícil à discussão. Desse modo, o estudo em questão trata-se de uma revisão bibliográfica, por meio do qual o leitor pode identificar o quão complexo é o tema, além de desmistificar certos preconceitos e extrair as principais características das publicações, sobre “o suicídio consumado por profissionais da saúde ou tentativas do mesmo”. Pode-se perceber através dos textos estudados, que o suicídio está aumentando dia a dia em nível mundial. Além disso, é importante perceber que o profissional da saúde deve ser compreendido para além de um ‘trabalhador’, deve ser visto como uma pessoa que também pode sofrer danos em seu bem estar e ter consequências drásticas com isso como esgotamento emocional, depressão e alterações em sua qualidade de vida. A verdade que em nossas instituições e formações não nós da suporte necessário para lidar com temas referente ao suicídio, casos clínicos de paciente que apresenta algum tipo de patologia graves ligado ao DSM-4 ou DSM-5 são casos complexos, mais difíceis de tratar, o terapeuta e si carrega uma sobre carga pelo fato de lidar com pacientes que apresentam algum tipo de patologia, outro problema que observamos que existe uma cobrança do terapeuta como tratar o paciente muitas das vezes o psicólogo, psiquiatra sabe tratar o paciente mas não sabe mediar seu estado de psique ou seu nível emocionais, ainda existe um tabu imposto culturalmente cultivado pela nossa sociedade que todo psicologo ou psiquiatra profissionais de saúde mental de modo geral são perfeitos que são pessoas que não apresentam desajuste emocionais ou psicológicos essa vertente esta totalmente equivocada, os profissionais de saúde mental também tem seu momentos de tristeza e desespero ou medo diante das suas vivências do dia a dia seja no trabalho ou em outros ambientes e na famílias, porque estamos falando tema tão pertinente porque vemos que que esse assunto bem escasso e tão pouco explorados por estudante e profissionais, para reduzir índice de nivel de suicidio entres esses profissionais de saúde a proposta de meio de intervenção e preventiva passos bem simples de acordo com autor (Claude Zembru) (1) treinamentos sobre risco e prevenção ao suicídio deveriam ser incluídos nos cursos de formação e qualificação de profissionais de saúde mental; (2) melhoraria no treinamento dos profissionais qualificados não somente no gerenciamento do comportamento suicida com clientes, mas também em métodos de intervenção com colegas que eventualmente estejam vivenciando dificuldades;(3) tornar habitual a discussão sobre os desafios envolvidos em ser um psicólogo; (4) melhorar o ensino sobre estratégias de como lidar com possíveis casos de morte de colegas por suicídio; (5) criar grupos de suporte profissional a fim de reduzir o isolamento inerente ao exercício da profissão, sugestões pessoais (Rodrigo Alv) e (Diego Teixeira) (6) Criar um processo grupal onde esses profissionais trocam informação entre de forma direita ou indreta que tenham respaldado para lidar com a morte de forma natural, (7) se esvaziar do problema paciente e se encher de resolução, maior fator negativo e que os psicologo e psiquiatras carregam a patologias então sobrecarregam delas (8) Criação gestão de tempo focado no agora (9) desenvolver na questão de paciente versus o profissional, para separar o controle de emoções, contra o controle de terapia. atráves desse métodos de intervenção e preventivo daria condições para o profissional de lidar e tratar patologias de sofrimentos alheios, e condições de gerenciar melhores ou seu estado mental e emocional pessoal.   Continue lendo “É Quando ocorre Suícidio entres profissionais de saúde Mental”

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(PSICOPATOLOGIA) ORIENTAÇÃO E ALTERAÇÃO DA CONSCIÊNCIA

Fonte: (PSICOPATOLOGIA) ORIENTAÇÃO E ALTERAÇÃO DA CONSCIÊNCIA

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(PSICOPATOLOGIA) ORIENTAÇÃO E ALTERAÇÃO DA CONSCIÊNCIA

Autores:

RODRIGO ALVES TRINDADE

THALIA R. MARTINS

 JOSE BRUNO ANGELO GOMES

 MARIA KARLENE

PATRÍCIA DE SOUSA WANDERLEY

ANA CAROLLYNA PIRES DELGADO

ANDRE LUIZ CUNHA

SABRINA CRISTINA LOURENÇO

 

(ORIENTAÇÃO E SUAS ALTERAÇÔES)

 

[1]Graduandos do curso de Psicologia da Faculdade Estácio de Sá – FESGO, cursando o 6º período, matéria psicologia de Psicopatologia. Thalia R. Martins,Jose Bruno, Patrícia Wanderley, Rodrigo Trindade, Ana Carollyna, Andre Luís, Maria Karleni dos Santos, Sabrina Cristina Lourenço [1] Trabalho para nota parcial de av1, orientado pela Professora: Fernanda Romano.

Goiânia-GO

2017

Trabalho de funções psíquicas confeccionada sob a orientação da Professora Fernanda Romano, para nota complementar parcial da disciplina de Psicopatologia do Curso de Psicologia da Universidade Estácio de Sá – FESGO.

Artigo: Psicopatologia – ORIENTAÇÃO E ALTERAÇÃO DA CONSCIÊNCIA, Goiania, Estacio de Sá – Fesgo, 27/08/2017 Estudantes (6) Periodo de Psicologia. 

Fundamentação Teórica:

De acordo Com autor (Paulo dalgalarrondo, 2000) orientação da consciência e a capacidade do indivíduo- se situar a si mesmo e quanto ao ambiente e o processo básico da atividade mental normal do ser humano que apresenta funções normais cognitivas. já as alterações da consciência e o estado de nível mais baixo da alteração da percepção do indivíduo, em estado de delírio, Podemos destacar a importância da orientação da pessoa em realizar tarefas diárias, atividades rotineiras, profissional e domesticas etc. como por exemplo saber a diferença de direita e esquerda  o seu estado psíquico difere a sua  noção de orientação de si mesmo e o ambiente essas funções são divididas em orientação espacial, exemplo onde a pessoa está e orientação temporal e a capacidade  de percepção do ser humano perceber o tempo, horas, dia etc. Avaliação e um instrumento importante em investigar alterações da psique de cada indivíduo o seu estado de saúde e nível de consciência atual.. Orientação requer, de forma consistente, a integração da capacidade de atenção, percepção e a memória. Problemas patológicos também ocorre alterações da orientação também, como déficits de memória, demências e de qualquer outro transtorno mental patológicos identificado e sintomas apresentados no paciente.A capacidade de se orientar se e classificada em orientação subdividida em Auto psíquica e a orientação do indivíduo de si mesmo, histórico de vida, estado civil, profissão. Orientação Alo-psíquica diz a respeito á capacidade de orientar – se em relação ao mundo. De acordo (Lesak,1995). Apesar de alterações da atenção e retenção da memória imediata e recente apenas pouco mais intensas do que leves costumam ressaltar em alterações globais da orientação. Além disso, orientação e excepcionalmente vulnerável aos efeitos da disfunção ou dano celebrais. Não preservada não significa obrigatoriamente que o sujeito não apresente qualquer alteração cognitiva ou atencional(Lesak,1995).é importante lembrar o alerta de Paulo Dalgalarrondo: não existem funções psíquicas isoladas e alterações psicopatológicas comparti mentalizadas desta ou daquela função. É sempre a pessoa, na sua totalidade, que adoece.As funções perturbadas sinalizam a existência de transtornos subjacentes, ligados à personalidade inteira, atingida na sua estrutura e em seu modo de existir.Isto posto, podemos estudar essas funções e suas alterações tendo em busca de sinais que nos ajudem a compreender o adoecimento mental em sua totalidade.De acordo com Dalgalarrondo, há 14 funções psíquicas que devem ser investigadas no exame de estado mental. Essas funções se dividem em três grupos, cada um deles sendo mais afetado em condições clínicas específicas, as funções mais afetadas nos transtornos psico-orgânicos nível da consciência, atenção, também nos quadros afetivos, principalmente sintomas de mania, orientação, memória, inteligência QI do indivíduo, linguagem, Psicoses,Funções mais afetadas nos transtornos afetivos, neuróticos e da personalidade: Afetividade, vontade, psicomotricidade, personalidade, funções mais afetadas nos transtornos psicóticos, senso percepção, pensamento, juízo da realidade e a vivência do eu.A alteração da consciência pode ocorrer da seguinte forma, causa de dano na estrutura encefálica ou danos celebrais, processos de infecção, drogas, sedativos depressores do sistema nervoso central e lesão axonal difusa no encéfalo, traumas como coma, estado estupor de paciente e só despertado apenas por estímulos físicos vigorosos. Os níveis de consciência com alterações menos intensas são geralmente denominados letargia ou, se foram mais graves, obnubilação. O delírio e diferenciado porque os distúrbios cognitivos atenção, cognição e níveis de consciência flutuam mais, também o delírio geralmente e reversível delírio e demência. A alteração da consciência pode ser defina como qualitativa e quantitativa influenciando na qualidade de vida do indivíduo.

Funções Psíquica

Consciência

Orientação

Atenção

Memória

Senso-percepção

Pensamento

Afeto

Linguagem

Conduta

Diminuição predominantemente quantitativa da consciência.

Obnubilação

Sonolência

Estupor

Pre-coma e coma (I a IV)

Estado de consciência para-sônico

Perturbações qualitativas da consciência

Delirium Tremens

Estado Crepuscular

Estado Oniroide

Estado Confessional (Amência)

Funções Psíquicas Alteradas

O Estudo analítico das funções psíquicas tem fins didáticos: E sempre a pessoa na sua totalidade que adoece. A síndromes psiquiátricas não são apenas agrupamentos de sinais e sintomas que coexistem com regularidades e revelam origem comum, mas vai além: é centrada na pessoa humanas. funções mais afetadas nos transtornos psicorgânicos: Consciência, atenção, orientação, memória, inteligência, linguagem. Funções mais afetadas nos transtornos afetivos, neuróticos e de personalidade: Afetividade, vontade, psicomotricidade e personalidade. Funções mais afetadas nos transtornos psicóticos:Senso-percepção, pensamento vivência do tempo e do espaço, juízo de realidade e vivencia do eu.

A consciência e suas alterações

Conhecimento compartilhado com o outro e consigo mesmo:

Definição neuropsicológica: estado vigil, grau de clareza do sensório, lúcido, estar desperto;

Definição psicológica: soma de todas as experiências conscientes de um indivíduo em um determinado momento;

Definição ético-filosófica: capacidade de tomar ciência dos deveres éticos e assumir responsabilidades.

Inconsciente: a temporal, isento de contradições, caóticos, dinâmicos e regido pelo princípio do prazer, pré-consciente idéias, lembranças, representações e sentimentos que podemos evocar voluntariamente e consciente.

Alteração Normais

Sono: estado especial que ocorre de forma cíclica e recorrente, estado comportamental e fase fisiológica necessária do organismo

Não-Rem: sincrônico, diminuição  da a atividade do sistema nervoso simpático e aumento relativo do parassimpático.Sono REM, Sonhos

Alteração Patológica

Quantitativas  rebaixamento do nível de consciência.

Obnubilação ou turvação da consciência: sonolência, letargia, diminuição da concentração, sensação de perplexidade, compreensão dificultada, pensamento ligeiramente confuso, rebaixamento de grau moderado a leve.

Topor, sopor, estupor ou coma superficial: incapacidade de agir espontaneamente, despertar a partir de estímulos enérgicos e dolorosos, estado marcante de turvação da consciência.

Coma: maior rebaixamento da consciência, ausência de atividade voluntária/consciente.

Morte encefálica: ausência irreversível de atividade mental.

 Hiperestesia percepções (cor, sabor, odor..) anormalmente aumentadas (esquizofrenia, mania, enxaqueca e intoxicações por drogas). (Exagerado)

Hipoestesia percepções anormalmente diminuídas (depressão e estado alterado de consciência) – mundo percebido com menos brilho, cheiro, sabor.

 Analgesia ausência de percepção dolorosa em partes do corpo (alteração neurológica ou psicogênica). (Socorro)

Delirium (Síndrome Orgânica Confusional Aguda): distúrbios próprios do cérebro ou originados fora dele: rebaixamento leve a moderado, desorientação temporo-espacial, pensamento confuso, prejuízo na memória, alterações no ciclo sono-vigília, labilidade afetiva, alteração na senso-percepção, delírios, dificuldade de concentração, agitação ou lentificação psicomotora, ilusões e/ou alucinações. Origem orgânica presente na abstinência alcoólica e de psicoativos, doenças vasculares, infecções no Sistema Nervoso Central, epilepsia, quadros demências, intoxicação, estado febril, quadros febris tóxico-infecciosos, tumores intracranianos, encefalite, traumatismo craniano e efeito colateral de medicamento.

Estado onírico:  turvação da consciência, estado semelhante a um sonho vivido, predomínio da atividade alucinatória visual intensa com caráter cênico e fantástico, carga emocional marcante na experiência onírica com angústia, terror ou pavor. Ocorre em quadros febris tóxicos-infecciosos, psicoses tóxicas, síndromes de abstinência a substâncias = categoria delirium

Amência: rebaixamento do nível de consciência, excitação psicomotora, incoerência do pensamento, perplexidade, sintomas alucinatórios oniróides (com aspecto de sonhos). Atualmente existe a tendência para designar a amência com o termo delirium.

Orientação espacial

É a capacidade que o indivíduo tem de situar-se e orientar-se, em relação aos objetos, às pessoas e o seu próprio corpo em um determinado espaço. É saber localizar o que está à direita ou à esquerda; à frente ou atrás; acima ou abaixo de si, ou ainda, um objeto em relação a outro.

Orientação Temporal

 E a capacidade da pessoa perceber tempo cronológico está vivendo, hora do dia também e possível avaliar a noção da pessoa tem da duração dos eventos e da continuidade temporal.

Orientação e suas Alterações

 Orientação Auto psíquica: orientação do indivíduo em relação a si mesmo. Revel a se o sujeito sabe quem é,idade,data de nascimento,profissão,estado civil e etc.

 Orientação alo-psíquica: diz respeito à capacidade de orientar-se em relação ao mundo, isto é,quanto ao espaço (orientação espacial) e quanto ao tempo(orientação temporal).

Neuropsicológica da Orientação:

 A desorientação tempoespacial ocorre de modo geral, em quadros psico-orgânicos, quando três áreas encefálicas são comprometidas:

1.Lesões corticais difusas e amplas ou em lesões bilaterais(Ex. doença de Alzheimer);

2.Nas lesões meso-temporais do sistema límbico(Ex: Síndrome de Korsakoff);

3.Afecções do tronco cerebral e o sistema reticular ativador ascendente, comprometendo o nível de consciência(Ex: delirium e demais síndrome decorrentes de alteração do estado de consciência);

 Alterações da Orientação:

 Existem vários tipos de desorientação dependentes do tipo de alteração de base que as condicionam. É importante salientar que o primeiro nível de orientação afetado é o temporal, seguido pelo espacial e finalmente, com grande agravamento do distúrbio, quanto a si mesmo. A desorientação pode ocorrer por:

Qualitativas: campos da consciência, estreitamento da consciência, perda da capacidade de julgamento da realidade como um todo.

 

Estados crepusculares: estreitamento transitório da consciência que surge e desaparece de forma abrupta (atos explosivos, descontrole emocional, quadros histéricos agudos, epilepsias e intoxicações), afunilamento da consciência, conservação de uma atividade psicomotora global mais ou menos corre nada, atos explosivos violentos, episódios de descontrole emocional, amnésia lacunar, mas acompanhada de relativa conservação da atividade motora coordenada, estado patológico transitório. Ocorre após traumatismo craniano, intoxicação por álcool ou outras substâncias, epilepsia, quadros dissociativos histéricos agudos e choques emocionais intensos.

Redução do nível de consciência: também chamada de desorientação torporosa ou confusa, é aquela na qual o indivíduo está desorientado por turvação da consciência. Tal turvação e o rebaixamento do nível de consciência produzem alteração da atenção,da concentração e consequentemente da capacidade de percepção e de estímulos ambientais.É a forma mais comum de desorientação.

Déficit de memória imediata ou recente: denominada de desorientação amnésica, ocorre devido a incapacidade do indivíduo de reter informações ambientais básicas em sua memória. Essa desorientação é típica da Síndrome de Karsakoff.

Distúrbio Demencial: muito próxima à amnésica, ocorrendo não apenas por perda da memória de fixação. Más por déficit de reconhecimento ambiental(agnosias) e por perda e desorganização global das funções cognitivas. Ocorre nos diversos quadros de demências, como na Doenças de Alzheimer, demências vasculares etc.

Distúrbio Delirante: ocorre em indivíduos que se encontram em profundo estado delirante,vivenciando idéias delirantes muito intensas,crendo que estão habitando o lugar e/ou tempo de seus delírios. Pode ocorrer também a dupla orientação, na qual o paciente oscila entre a orientação do delírio e a real.

 

Déficit intelectual: anteriormente chamada de oligofrênica, ocorre em indivíduos com deficiência ou retardo mental grave ou moderado. A desorientação ocorre pela incapacidade de compreender,reconhecer e interpretar o ambiente e as convenções sociais, como horários e calendários.

 Dissociação: também chamada de desorientação histérica, ocorre em paciente psicóticos, geralmente esquizofrênicos em estado crônico e avançado da doença,quando

o indivíduo,por desagregação profunda do pensamento,apresenta toda a sua atividade mental gravemente desorganizada, o que o impede de se orientar de forma adequada quanto ao ambiente e quanto a si mesmo.

 

Desorientação quanto à própria idade: discrepância de cinco ou mais anos entre a idade real e a que o paciente acha que tem. Tem sido descrita em alguns pacientes esquizofrênicos crônicos e parece ser um bom indicativo clínico de déficit cognitivo na esquizofrenia.

Desorientação por redução de nível da consciência

O indivíduo está desorientado por turvação da consciência. Tal turvação e rebaixamento do nível de consciência produzem alteração da Atenção, da Concentração e conseqüentemente, da capacidade de Percepção e retenção dos estímulos ambientais. Isso impede que o indivíduo apreenda a realidade de forma clara e precisa e integre, assim, a Cronologia dos fatos.O indivíduo não consegue reter as informações ambientais básicas em sua memória. Não conseguindo fixar as informações, perde a noção do fluir do tempo, do deslocamento no espaço, passando a ficar desorientado tempo espacialmente.

Desorientação Apática ou Abúlica

Ocorre por apatia ou desinteresse profundos. Aqui, o indivíduo torna-se desorientado devido a uma marcante alteração do humor e da volição, comumente em quadro depressivo.

Desorientação delirante

Ocorre em indivíduos que se encontram imersos em profundo estado delirante, vivenciando idéias delirantes muito intensas, crendo com convicção plena que estão “habitando” o lugar (e/ou tempo) de seus delírios. Nesses casos, é comum a chamada Dupla Orientação, na qual a orientação falsa, delirante, coexiste com a orientação correta.

Desorientação por déficit intelectual

Ocorre em indivíduos com deficiência ou retardo mental grave a moderado. Nesse caso a desorientação ocorre pela incapacidade ou dificuldade em compreender o ambiente e de reconhecer e interpretar as convenções sociais (horários, calendário, etc.) que padronizam a orientação do indivíduo no mundo.

Desorientação por dissociação

Ocorre em geral em quadros histéricos graves, normalmente acompanhada, de alterações da identidade pessoal e de alterações da consciência secundárias à dissociação histérica.

Desorientação por desagregação

Ocorre em pacientes psicóticos, geralmente esquizofrênicos em estado crônico e avançado da doença, quando o indivíduo por desagregação profunda do pensamento, apresenta toda a sua atividade mental gravemente desorganizada, o que o impede de se orientar de forma adequada quanto ao ambiente e quanto a si mesmo

Desorientação quanto a própria a idade

É definida como uma discrepância de cinco anos ou mais entre a idade real e aquela que o paciente diz ter.

Alterações senso-percepção

União da sensação (estimulação física, química ou biológica) com a percepção (tomada de consciência do estímulo).

Referências:

Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais – Paulo Dalgalarrondo – 2000

http://www.msdmanuals.com/pt/profissional/distúrbios

 

 

 

Artigos

O que é Saúde Mental para você? ja se perguntou?

de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) assegurou que não existe nenhuma definição oficial que diga respeito à saúde mental, já que esta é sempre influenciada pelas diferenças culturais e pela subjectividade.

Mas podemos definir da senguinte maneira saúde mental é definida como sendo o estado de equilíbrio entre uma pessoa e o seu meio sociocultural. Este estado garante ao indivíduo a sua participação laboral, intelectual e social para alcançar um bem-estar e alguma qualidade de vida. Ainda que o conceito de saúde mental surja por analogia à saúde física, trata de fenómenos mais complexos.

Em todo o caso, pode-se dizer que a saúde mental é um estado de bem-estar emocional e psicológico, mediante o qual o indivíduo é capaz de fazer uso das suas habilidades emocionais e cognitivas, funções sociais e de responder às solicitações ordinárias da vida quotidiana.

Convém destacar que a ausência de uma doença mental não implica que o indivíduo goze de boa saúde mental. O acompanhamento do comportamento diário de uma pessoa é a melhor forma de conhecer o estado da sua saúde mental.

Também há que ter em conta que a saúde mental não é uma dimensão que se possa dissociar da saúde física, tal como nos relembra a famosa expressão latina “mens sana in corpore sano” (uma mente sã num corpo são). Existem evidentes ligações entre as patologias mentais e as biológicas.

Os psicólogos defendem que a saúde mental deve ser promovida a nível individual (com a motivação dos recursos próprios da pessoa através de estímulos na auto-estima), a nível comunitário (com uma coesa inclusão social) e a nível oficial (com planos estatais e o acesso à saúde pública).

Do ponto de vista da psicologia positiva, corrente moderna que centra seu foco mais na questão da sanidade mental do que nas doenças psíquicas, a saúde da mente pode aliar o dom de um ser para avaliar a existência e a busca da harmonia entre as ações e as diligências necessárias a fim de se alcançar o que se entende por resiliência psicológica – a capacidade de transcender traumas e restituir as boas condições emocionais.

Se o Homem se revela hábil na gestão da própria existência e conduz positivamente suas diferentes emoções no interior de um vasto prisma de instabilidades, sem se deixar dominar por desvarios e fantasias, ele pode ser considerado mentalmente saudável. Mas o principal fator de determinação da sanidade mental é o nível de bem-estar, não só com o eu interior, mas também com os outros seres.

O bem-estar implica em admitir as adversidades da existência, aprender a trabalhar as emoções positivas e igualmente as negativas – alegrias, tristezas, tranquilidade, raiva, frustrações, entre outras -, bem como em conhecer as próprias limitações e, quando julgar necessário, pedir socorro a outrem.

Alguns elementos são fundamentais para que se possa identificar a presença da saúde mental em um determinado ser ou em uma dada comunidade. Dentre eles estão as ações positivas que o Homem pode direcionar para si mesmo; a evolução, o aprimoramento e a realização pessoal; a adaptação ao meio e as reações emocionais; independência e autodeterminação; recepção mais seletiva do real; conhecimento do contexto em que se vive e aptidão para uma melhor convivência na sociedade.

Artigos

”Autismo Clássico Métodos de Ensino”

METODOLOGIAS DE ENSINO APLICADAS A CRIANÇAS AUTISTAS

ANDRESSA DE LIMA TELES

 ÁQUILLA KELLE LIMA E SILVA

 PATRÍCIA DE SOUSA WANDERLEY

 RANYELA DE SOUSA LIMA

 RODRIGO ALVES TRINDADE

 

 

Crianças diagnosticadas com a síndrome do espectro autista acabam sendo excluídas da sociedade pela sua dificuldade de interação e afetividade, por tanto verificamos a importância dos profissionais para a mudança e aprendizagem de novas práticas interativas com as crianças. O processo de aquisição de linguagem da criança com autismo tem sido descrito em termos de déficits. Na tentativa de se contrapor a esse olhar patologizante, considerado reducionista, esse trabalho objetivou analisar os métodos utilizados por profissionais no auxilio da aquisição da linguagem de crianças com a síndrome do espectro autista. Verificamos que existem mais de noventa e três tipos de métodos utilizados atualmente, porém em entrevista e pesquisa com profissional da área, podemos perceber que são dois métodos os mais utilizados, sendo eles o Método Teacch (Tratamento e Educação de Crianças Autistas E com Desvantagens na Comunicação) e o Método ABBA (Análise do Comportamento Aplicada), ambos com alta taxa de sucesso no auxilio da aquisição da linguagem em crianças autistas.

Palavras-chaves: Autismo, Método Teacch, Método ABBA, Linguagem.

[1] Graduandos do curso de Psicologia da Faculdade Estácio de Sá – FESGO, cursando o 5º período, matéria psicologia do pensamento e da linguagem. Andressa Teles, Aquilla Silva, Patrícia Wanderley, Ranyela Lima e Rodrigo Alves Trindade.

1 INTRODUÇÃO

O presente trabalho visa responder o seguinte problema, quais métodos são utilizados por profissionais para auxiliar na aquisição da linguagem de crianças Autistas. A presente pesquisa propõe avaliar a aquisição e desenvolvimento da linguagem na criança. O autismo é um transtorno definido por alterações qualitativas na comunicação, na interação social e no uso da imaginação. As manifestações do transtorno variam, dependendo do nível de desenvolvimento e da idade cronológica do indivíduo. Deste modo iremos procurar entender como profissionais podem auxiliar essas crianças para terem um desenvolvimento melhor na aquisição de sua linguagem, consequentemente em seu desenvolvimento pessoal e inclusão social também.

 

1.1 Justificativa

Crianças diagnosticadas com a síndrome do espectro autista acabam sendo excluídas da sociedade pela sua dificuldade de interação e afetividade, por tanto verificamos a importância dos profissionais para a mudança e aprendizagem de novas práticas interativas com as crianças.

 

 2 REFERENCIAL TEÓRICO

Para Geraldi (1995), a linguagem é fundamental ao desenvolvimento de toda e qualquer pessoa humana. Ela permite aos sujeitos compreender o mundo e nele agir, e  desta maneira é a forma mais usual de encontros, desencontros e confrontos de posições, porque é por ela que estas posições se tornam públicas.

A linguagem é, assim, dialógica por natureza; é vista como ação, como um trabalho do sujeito sobre a língua visando à significação. Através do processo de aquisição, a criança se constitui como sujeito da linguagem e, ao mesmo tempo, constrói o seu conhecimento do mundo sempre por intermédio do outro. Nesse processo, a criança tem um papel ativo, na medida em que a construção do conhecimento é vista como uma relação sujeito/objeto, que se evidencia a partir de um processo de objetivação solidário em direção a um processo de subjetivação, enquanto tomada de perspectiva do sujeito, operando um determinado fenômeno (De Lemos, 1982).

Franchi (1976) sobre a aquisição da linguagem. Para o autor, adquirir a fala significa muito mais do que adquirir um conjunto de regras. Quando se aprende a falar não se adquire apenas um conjunto de “funções” e os modos e características de expressá-los, nem isso ocorre em consequência do exercício de diferentes atos efetivos de linguagem ou de assimilação de convenções e do domínio de um formulário de policiamento da prática “comunicativa”. Aprender a falar é também dominar e desenvolver sistemas de regras formais recursivas que permitem, a partir de elementos iniciais mais simples, construir as estruturas abstratas que se realizam em infinitas orações, servindo às mais diversas necessidades de manifestação das experiências humanas. O autor ainda complementa que a função comunicativa da linguagem depende do sucesso com que se exerça a sua função construtivo-representativa e imaginativa. A linguagem é uma atividade constitutiva, um processo contínuo de elaboração e reelaboração de categorias, de valores, de pensamentos. É com base nessas concepções que Franchi (1976) considera a linguagem um trabalho, pois os interlocutores “trabalham” ativamente na constituição do sentido.

Lier-de Vitto (1995) afirma que o papel do outro é bastante significativo, pois esse outro é determinante ou responsável pela entrada da criança na linguagem. É através do outro e da interação com ele estabelecida que se assume o termo “matriz intersubjetiva” para a noção de interação. Não obstante, não é apenas a interação que é imprescindível para a aquisição de linguagem.

Para Albano (1990), a criança depende de quatro condições básicas e imprescindíveis para o desenvolvimento da linguagem. A primeira seria a presença de um interesse subjetivo na criança, isto é, uma disposição de brincar. Crianças embrutecidas ou emocionalmente desorganizadas não aprendem a falar. A segunda seria a existência de pelo menos um sistema sensório-motor íntegro (audiovisual ou visomanual). A terceira seria a inserção em um meio onde a linguagem faça parte de rotinas significativas. Crianças negligenciadas ou severamente institucionalizadas não aprendem a falar. A quarta e última seria a presença de uma língua minimamente autorreferenciada que contenha alguns mecanismos gramaticais, sinalizando a própria organização para que a descoberta da sua estrutura possa se proceder eficientemente, seguindo uma direção mais ou menos determinada. Nessa direção, tomando para discussão a criança com autismo, ela não teria a primeira condição: interesse subjetivo em interagir com o outro.

Para Fernandes (2006), a partir dos dois anos de idade a criança passa a diferenciar perguntas de não-perguntas e também passa a ajustar suas respostas. Essa participação nas trocas verbais requer habilidades conversacionais básicas como capacidade de iniciar e interagir e de responder apropriadamente e manter a interação.

A questão da dificuldade de interação é um sintoma da síndrome autística que vem sendo descrito na literatura desde o descobrimento dessa síndrome por Kanner, em 1947. As crianças com autismo estudadas pelo autor apresentavam falha no contato afetivo, obsessividade na manutenção da rotina e movimentos repetitivos, sendo que algumas delas não desenvolviam fala, e as que o faziam não apresentavam intenção de se comunicar. Kanner (1947) afirma que o retraimento social é frequentemente, acompanhado da impossibilidade da criança de desenvolver linguagem de maneira funcional, ou seja, ela consegue pronunciar palavras, mas não apreende conceitos.

Fernandes (2006) relata que o foco terapêutico evoluiu de considerações e motivações comportamentais para uma abordagem que enfatiza os aspectos pragmáticos da linguagem. Com relação às técnicas comportamentais, uma das grandes críticas referiu-se à sua pouca transferência para situações cotidianas, ou seja, não havia generalização dos aspectos enfocados em situações naturais de interação. Isso levou pesquisadores e clínicos a buscarem procedimentos terapêuticos mais naturais e que promovessem não apenas a adequação da linguagem, mas também questões como melhores competências interacionais, levando o interlocutor em consideração. Alguns estudos focalizaram a eficácia terapêutica em termos de medidas padronizadas, mas não enfocaram a ação direta do terapeuta. Com relação a esta ação, algumas diretrizes são relatadas como importantes aspectos da ação do terapeuta de crianças do espectro autístico, entre elas: maior simetria na relação com o paciente; adoção de um posicionamento real quanto à comunicação do outro, no qual não entender e não ser entendido fazem parte do processo comunicativo; consistência entre funções e meios; e o trabalho com as funções e meios comunicativos, tornando-os cada vez mais funcionais.

Wing (1985) relata que estas crianças mostram dificuldade de programar e estruturar um discurso e podem apresentar apenas um jargão ininteligível, caracterizado por estruturas gramaticais e fonologia imatura na evocação. Como as estruturas gramaticais são geralmente imaturas, o uso de estereotipias e repetições constitui muitas vezes  uma linguagem metafórica. Evidenciam-se também alterações na estrutura do discurso, inadequação no uso da prosódia, desvios das normas gramaticais e dificuldades na manutenção de tópicos.

O aspecto sintático, segundo Rapin (2005), é o mais afetado em crianças com autismo. Essas crianças, conforme o autor geralmente apresenta uma fala com vocabulário sem elementos coesivos, característicos de uma fala telegráfica. Tal alteração, na maioria das vezes, causa a ininteligibilidade para o interlocutor, uma vez que os enunciados da criança tornam-se curtos e sem estrutura sintática. De modo geral, o domínio de estruturas linguísticas flexíveis essenciais para a compreensão da linguagem falada, como pronomes, verbos, adjetivos e conjunções, geralmente estão prejudicados na criança com autismo. Uma das características mais marcantes é a dificuldade na aquisição do pronome “EU”. A criança com autismo utiliza frequentemente a terceira pessoal para referir-se a si mesma.

Para Gauderer (1980), existem algumas crianças com autismo que falam com volubilidade, porém com atraso linguístico significativo. A maior parte dessas crianças representa sua linguagem por meio de ecolalia, com elementos decorados e produzidos fora do contexto.

O enfoque sócio-histórico da psicologia à teoria desenvolvida por Vygotsky tem como base a construção sócio-histórica ou histórica-cultural da mente. A sua preocupação centrava-se na questão de como os fatores sociais e culturais influenciavam o desenvolvimento intelectual, ou seja, a aquisição de conhecimentos pela interação do sujeito como o meio. O núcleo central de sua teoria trata de como os indivíduos, interagindo com agentes sociais mais instruídos (professores/as, colegas), constroem e internalizam o conhecimento. Enfatizou o papel da linguagem e da aprendizagem nesse desenvolvimento. A linguagem, sistema simbólico dos grupos humanos, representa um salto qualitativo na evolução da espécie. É ela que fornece os conceitos, as formas de organização do real e a mediação entre o sujeito e o objeto do conhecimento. É por meio dela que as funções mentais superiores são socialmente formadas e culturalmente transmitidas, portanto, sociedades e culturas diferentes produzem estruturas diferenciadas. Os fatores sociais, de acordo com esse psicólogo, desempenham um papel fundamental no desenvolvimento intelectual. Quando o conhecimento existente na cultura é internalizado (construído) pelas crianças, as funções e as habilidades intelectuais são provocadas a desenvolver. Desse modo, a aprendizagem conduz ao desenvolvimento. Identificar o método utilizado pelos profissionais em crianças Autistas com auxílio do governo foi atribuído uma lei 12.764, de 27 de dezembro 2012, onde devido às dificuldades dos professores em lidar com tipo de criança autista estabelecendo essa lei que institui uma Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista que incentiva os professores a ter uma capacitação para lidar com crianças Autistas.

Na concepção vygotskyana, todo homem se constitui ser humano pelas relações que estabelece com os outros sujeitos. O sujeito não é apenas ativo, mas interativo, porque forma conhecimentos e se constitui a partir de relações intra e interpessoais. Trata-se de um processo que caminha do plano social (relações interpessoais) para o plano individual (relações intrapessoais). Em outras palavras, é na troca com outros sujeitos e consigo próprio que se vão internalizando conhecimentos, papéis e funções sociais, o que permite a formação de conhecimentos e da própria consciência.

O presente trabalho visa responder o seguinte problema, quais métodos são utilizados por profissionais para auxiliar na aquisição da linguagem de crianças Autistas. A presente pesquisa propõe avaliar a aquisição e desenvolvimento da linguagem na criança. O autismo é um transtorno definido por alterações qualitativas na comunicação, na interação social e no uso da imaginação. As manifestações do transtorno variam, dependendo do nível de desenvolvimento e da idade cronológica do indivíduo. Deste modo iremos procurar entender como profissionais podem auxiliar essas crianças para terem um desenvolvimento melhor na aquisição de sua linguagem, consequentemente em seu desenvolvimento pessoal e inclusão social também.

 

2.1 Objetivo Geral

Identificar quais os métodos utilizados por profissionais da saúde para auxiliar na aquisição da linguagem em crianças Autistas.

 

2.2 Objetivos Específicos

Identificar os métodos utilizados pelos profissionais em crianças autistas

 

2.3 Hipótese

A falta de um ambiente adequado ou barulho, o tom de voz inadequado dos  professores estressados, pode influenciar no aprendizado e no desenvolvimento das crianças autistas no ambiente em escolar.

  1. METOLOGIA

Essa pesquisa apresenta-se a partir de um levantamento, onde os sujeitos pesquisados serão profissionais que trabalham diretamente com crianças autistas que possuem dificuldades na aquisição da linguagem.

 

 

3.1 Participantes

Participarão desta pesquisa, profissionais do sexo feminino e masculino, que trabalham em instituições públicas, diretamente com crianças autistas.

3.2 Instrumentos

  • Termo de livre esclarecimento
  • Prancheta com folhas A4, para anotações
  • Lápis preto e caneta
  • Entrevista semi-estruturada

 

3.4 Procedimentos 

Uma entrevista semi-estruturada, que será realizada no ambiente escolar, onde os professores serão conduzidos para uma sala da escola. O entrevistador fará as perguntas e anotará as respostas, os professores apenas responderão as perguntas.

 

4  RESULTADOS E DISCUSSÕES

A profissional entrevistada atua há 16 anos na Educação (AEE) Atendimento Educação Especializado. Segundo a profissional as maiores dificuldades enfrentadas no acompanhamento de crianças autistas é na adaptação do aluno na escola, na organização do ambiente para que o aluno se sinta confortável, e o envolvimento da família na adaptação da criança. Uma das maiores satisfações desse trabalho para ela é traças as metas e notar que o aluno com autismo conseguiu avançar de acordo com as suas possibilidades e observar que a criança se adapta ao meio escolar se desenvolvendo ao longo do processo do método de ensino especial, interagindo mesmo com suas limitações cognitivas. Os métodos mais utilizados pela profissional são a utilização de fichas de comunicação alternativa, rotina estabelecida antecedentes, avisar o aluno antes de começar o método de ensino especial, observar que tipo de atividade que chama mais atenção da criança jogos interativos, quebra-cabeça jogos lúdicos, investigar se a criança tem habilidades sociais escondidas, para estimular tais desenvolvimentos e talentos, porém um importante método é utilizado, chamado Método Teacch nas baterias de testes com crianças com autismo esse método e caracterizado como a difícil arte de ensinar por meios desenhos com cores, fichas interativas e a adaptada para os alunos, o procedimento minucioso, pois deve-se atentar para um ambiente adequado e separado do ensino regular e o Método Teacch tem dado êxito nos resultados aplicados e desenvolvidos com Crianças Autistas Clássicos.   Não se pode determina um tempo de melhora para crianças autistas, pois cada um é único e estimulado de forma diferenciada. Quanto mais cedo se aplica o método de intervenção educativo adaptativos, maior a chance de resultados proeminentes positivos.

As maiores dificuldades enfrentadas com as famílias de crianças autistas são em primeiro lugar a frustração, seguida da falta dos pais não acreditar que a criança seja capaz de desenvolver mesmo com suas limitações ela tem suas habilidades, não há grande compromisso por parte das famílias para com seus filhos Autistas, a maiorias dos pais acham que seus filhos não são capazes de fazer tais atividades diárias de uma pessoa normal. O trabalho com o autista deve ser troca entre interação do professor especializado, a família e o aluno autista. Deve-se haver um manejo do profissional rotineiro com a criança e o que é aplicado na escola deve ser repetido em casa, incentivado pelo os pais estimulando o desenvolvimento e evolução do seu filho. O profissional pode sugerir fichas de comunicação alternativas, um exemplo é uma ficha com a palavra beber ou comer todas as vezes que a criança pegar a ficha com a escrita beber, os pais automaticamente sabem que a criança quer beber água e assim todas as atividades diárias da casa da criança com autismo, o ambiente deve haver adaptações  para que a criança possa se comunicar com os pais, verbalmente ou não verbalmente por meio de fichas com palavras chaves de acordo com a vontade e a escolha da criança por meios de repetições de sua escolha, deve ser desenvolvido todos os dias  como na escola e na casa, o conjunto de ambos os ambientes é muito importante para desenvolvimento da a aquisição da linguagem do Autismo Clássico.

Conclui-se que a falta de profissionais para coleta e junção de dados e informações foi pequena, porém pode-se ter uma idéia de como o profissional e a família são indispensáveis e imensuravelmente importantes no desenvolvimento satisfatório da linguagem de uma criança com síndrome do espectro autista. Dos métodos pesquisados pelos alunos da presente pesquisa notou-se que o método mais utilizado é o Teacch, até por falta de coletas de informações de outros profissionais. Mesmo existindo mais de noventa e três métodos, o método Teacch e o método Abba são os métodos que mais aparecem em artigos científicos como sendo os mais utilizados na atualidade. O método ABA pode intencionalmente ensinar a criança a exibir comportamentos mais adequados no lugar dos comportamentos problemas.

Os objetivos da intervenção são:

  1. Trabalhar os déficits, identificando os comportamentos que a criança tem dificuldades ou até inabilidades e que prejudicam sua vida e suas aprendizagens.
  2. Diminuir a freqüência e intensidade de comportamentos de birra ou indesejáveis, como, por exemplo: agressividade, estereotipias e outros que dificultam o convívio social e aprendizagem deste indivíduo.
  3. Promover o desenvolvimento de habilidades sociais, comunicativas, adaptativas, cognitivas, acadêmicas etc.
  4. Promover comportamentos socialmente desejáveis.

O Método TEACCH se baseia na adaptação do ambiente para facilitar a compreensão da criança em relação a seu local de trabalho e ao que se espera dela. Por meio da organização do ambiente e das tarefas de cada aluno, o TEACCH visa o desenvolvimento da independência do aluno de forma que ele precise do professor para o aprendizado de atividades novas, mas possibilitando-lhe ocupar grande parte de seu tempo de forma independente. Partindo do ponto de vista de uma compreensão mais aprofundada da criança e das ferramentas de que o professor dispõe para lhe dar apoio, cada professor pode adaptar as idéias gerais que lhe serão oferecidas ao espaço de sala de aula e aos recursos disponíveis, e até mesmo às características de sua própria personalidade, desde que, é claro, compreenda e respeite as características próprias de seus alunos.

            Na sociedade competitiva em que vivemos é natural, durante o período gestacional, que os pais anseiem por um bebê saudável, normal e que cresça como qualquer outra criança. Quando os pais se deparam com a realidade do filho desejado ter uma deficiência ou um tipo de síndrome como o espectro autista, muitos sentimentos podem aflorar. As respostas a essa realidade, tanto sociais como familiares, podem ser desde a proteção excessiva até a rejeição.

Os resultados encontrados no presente estudo sugerem que novas pesquisas sejam realizadas de forma quantitativas com mais participantes no processo da pesquisa, para mais aproveitamento e maior levantamento de hipóteses para que novas teorias possam surgir ao longo do tempo dentro da Psicologia, na discussão no contexto familiar e métodos de aprendizagem para ensino adaptativo para crianças que necessitam de um apoio profissional, orientação para os pais saberem como lidar com seu filhos especiais no decorrer da jornada de suas vidas escolar e familiar, proporcionando mais dados no campo da sociedade cientifica, contribuindo na construção de conhecimento e desenvolvimento da Psicologia. A importância de mais pesquisas a serem realizadas por profissionais da saúde e escolar no âmbito familiar, deve ser feita para que se quebre os tabus impostos pela sociedade sobre crianças que necessitam de um ensino especial e a sua inclusão social.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente trabalho nos possibilitou compreender a importância do profissional que trabalha diretamente com crianças autistas. Esse profissional pode auxiliar assertivamente na aquisição da linguagem e no auxilio a família dessa criança, os dando suporte e orientações para terem uma melhor visão de seus filhos e de suas potencialidades.

Apesar de termos colhido poucas informações com profissionais da área sobre esses métodos, nota-se que são muito eficazes e resultam em uma melhora notória nas crianças diagnosticadas com a síndrome do espectro autista. Esse campo de estudo se mostra muito enriquecedor, e deve-se ser pesquisado por mais tempo e com uma ampla lista de profissionais para melhores resultados.

 ANEXO I – ENTREVISTA COM PROFISSIONAL

Nome:­­­­­­­­­­­­­­­­ Maria Madalena Dias da Silva

Idade: 49

Sexo: Feminino

Formação: Pós Graduação em Educação Especial

  • Há quanto tempo atua na área?

Atua 16 anos na Educação (AEE) Atendimento Educação Especializado.

2) Quais as maiores dificuldades enfrentadas no acompanhamento de crianças autistas?

Adaptação do Aluno na escola, organização do ambiente para, que se sinta confortável, envolvimento da família para a progressão e adaptação da criança Autista.

3) Qual a maior satisfação em trabalhar com crianças autistas?

Traçar metas e notar que o aluno com autismo conseguiu avançar de acordo com as suas possibilidades observar e ver a criança se adaptando ao meio escolar, se desenvolvendo ao longo do processo do método ensino especial e interagir mesmo com suas limitações cognitivas.

4) Quais os métodos utilizados em seu trabalho para auxiliar no desenvolvimento da linguagem de crianças autistas?

Utilização de fichas de comunicação alternativa. Rotina estabelecida antecedentes, avisar o aluno antes de começar o método de ensino especial, observar que tipo de atividade que chama mais atenção da criança jogos interativos, quebra-cabeça jogos lúdicos, investigar se a criança tem habilidades sociais escondidas, para estimular tais desenvolvimentos e talentos.

5) Existem mais de 93 métodos diferentes utilizados para o auxílio do desenvolvimento da linguagem de crianças autistas hoje, eles são realmente utilizados? Quais são os mais utilizados? Existe um método que seja eficaz ou são utilizados uma bateria de testes?

Na Escola Estadual Dom Bosco nós usamos o Método Teacch nas baterias de testes com crianças com autismo esse método e caracterizado como a difícil arte de ensinar por meios desenhos com cores, fichas interativas e a adaptada para os alunos, o procedimento minucioso, pois temos que nos atentar para um ambiente adequado e separado do ensino regular e o Método Teacch tem nós dado êxito nos resultados aplicado e desenvolvidos com Crianças Autistas Clássicos.

6) Quanto tempo geralmente leva para se notar melhora nos comportamentos da criança autista e em quais aspectos, a partir do acompanhamento de um especialista?

Não se pode determina um tempo, pois cada um é único e estimulado de forma diferenciada. Quanto mais cedo aplicarmos método intervenção educativo adaptativos, maior a chance de resultados proeminentes positivos.

7) Quais as maiores dificuldades enfrentadas com as famílias da criança autista?

Em primeiro lugar e a frustração, seguida da falta dos pais não acreditar que a criança não seja capaz de desenvolver mesmo com suas limitações suas habilidades, não há grande compromisso por parte das famílias para com seus filhos Autistas, a maiorias dos pais acham que seus filhos não são capazes de fazer tais atividades diárias de uma pessoa normal.

8) Como a família da criança autista pode auxiliar no desenvolvimento de sua linguagem?

O trabalho com o autista deve ser troca entre interação do professor especializado entre o aluno autistadeve a ver o manejo do profissional rotineiro todos os dias com a  criança e o que e aplicado na escola deve ser repetido em casa, incentivado pelo os pais estimulando o desenvolvimento e evolução do seu filho especial.

9) O que o profissional pode fazer para ajudar a família da criança autista no seu desenvolvimento da linguagem?

Ele pode sugerir fichas de comunicação alternativas exemplo uma ficha com a palavra beber ou comer todas as vezes que a criança pegar a ficha com a escrita beber , os pais automaticamente sabem que a criança quer beber água e assim todas atividades diárias da casa da criança com autismo, o ambiente deve a ver adaptações  para que a criança possa se comunicar com os pais, verbalmente ou não verbalmente por meio de fichas com palavras chaves de acordo com a vontade e a escolha da criança por meios de repetições e sua escolha, deve ser desenvolvido todos os dias  como na escola e na casa do autista, o conjunto ambos os ambientes e muito importante para desenvolvimento da a aquisição da linguagem do Autismo Clássico.

 ANEXO II – TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

CRONOGRAMA

DATAS FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO
Revisão bibliográfica X        
Confecção do projeto X X      
Coleta de dados     X X  
Análise de dados     X X  
Confecção de relatório       X  
Apresentação final do relatório         X

 REFERÊNCIAS

DEFRALTE, C. de B. Enfoque acerca da aquisição de linguagem em crianças psicóticas do espectro autístico: um estudo de caso. Distúrbios da comunicação. 2007. 111p. Mestrado, Universidade Tuiuti do Paraná, Curitiba.

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DIAS, Robson Batista. Educação especial e autismo. 1 ed. Campo Grande, MS: Perse, 2017.

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