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”Métodos de Aprendizado de Ensino fundamental, Ensino Médio, Vestibular e Universitário” PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Descubra que tipo de estudante você? Se  é visual, auditivo, sinestésico! Que estilo de aprendizado e plasticidade você tem para reter informação.

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Alunos Visuais: memória fotográfica

Os alunos desse grupo conseguem memorizar matérias, nomes e dados com mais facilidade quando estimulam a visão. Slides, gráficos, diagramas, ilustrações e textos são os materiais mais adequados para revisar e estudar depois das aulas, sempre em ambientes tranquilos e silenciosos. Para eles, qualquer som funciona como uma distração.

Alunos Auditivos: gravadores humanos

Estimular a audição não tem a ver, necessariamente, com estudar em ambientes barulhentos. Alunos auditivos precisam de silêncio e concentração para ouvir a explicação dos professores e repassar o conteúdo em voz alta, mais tarde, na hora de estudar, Além de repetir as informações em voz alta, outras técnicas auditivas ajudam na memorização das matérias. Graças aos milagres da tecnologia, é possível estudar com a ajuda de livros e documentários em áudio dentro do tema discutido em sala de aula. Vídeos também podem ajudar, desde que a visão não atrapalhe a audição, claro. Se for o caso, basta minimizar a aba do YouTube e acompanhar apenas o áudio do vídeo escolhido. Nos dias em que a concentração teima em não dar as caras, alunos auditivos podem contar com o auxílio da música para dar aquele empurrãozinho nos estudos. Sons tranquilos e instrumentais dão conta do recado, pode acreditar.

Aluno Sinestésico: mão na massa

Para estes alunos, não basta apenas ler ou ouvir as explicações do professor. Eles precisam entender o conteúdo na prática, com a mão na massa. Por isso, a dica é estar sempre em movimento, fazendo algumas pausas relaxantes durante os estudos. Isso porque os cenestésicos nem sempre aguentam passar tanto tempo parados, apenas resolvendo exercícios, sem qualquer ação. Os primeiros, sinais desse método aparecem já na infância. Alunos sinestésicos apresentam desde cedo o gosto por montar e desmontar alguns brinquedos. Outro macete é contar com uma série de gestos e ações para ‘gravar’ o que foi passado nas aulas. Laboratórios, atividades em campo, viagens e pequenos experimentos caseiros também trazem bons resultados, já que transformam teorias em algo palpável, real.

Cinco fatores importantes sobre o processo de aprendizagem e desenvolvimento cognitivo:

1 – Sensação 

Sensação é o nível mais primitivo do comportamento, referindo-se unicamente à ativação de estruturas sensoriais. É a partir das sensações que o indivíduo pode perceber o mundo que o cerca.

 2 – Percepção 

A percepção constitui-se na tomada de consciência relativa à sensação em progresso. A eficiência da percepção depende de que o aparato neurológico seja capaz de converter, adequadamente, as sensações em impulsos elétricos e por meio da percepção que ocorrerá a formação das imagens.

 3 – Memorização 

A capacidade que o homem e os animais apresentam de armazenar informações que possam ser recuperadas e utilizadas posteriormente chama-se memória. Durante a aquisição dos eventos ocorre a seleção dos fatos mais marcantes, que focalizaram atenção sensorialmente (de modo mais forte) ou foram priorizados. O registro dos aspectos das experiências vividas e as informações recebidas: tudo o que é percebido está relacionado ao processo de memorização.

 4 – Atenção

É uma das principais competências cognitivas que garantirá o sucesso do estudante nas unidades escolares. Ao mesmo tempo, a atenção é uma habilidade cognitiva indissociável de um conjunto de funções cerebrais controladas pelo lobo frontal denominadas de funções executivas, que são as funções mentais superiores e complexas que capacitam o indivíduo “tomar” resoluções e ações orientadas no processo da aprendizagem.

 5 – Motivação

O diferente interesse percebido entre os estudantes permite a aceitação que nem todos fazem a mesma coisa pelas mesmas razões, e é nessa diversidade que reside à fonte de entendimento dos aspectos que buscam a motivação do ser humano.

Como as pessoas são todas diferentes uma, das outras, devido ao aspecto biológico, genética, emocional, estímulos recebidos, vivências obtidas ao longo das etapas do amadurecimento é o que fará a diferenciação dos aspectos que estimulam e determinam a busca pela aprendizagem.

 Neurociência e a produtividade

De acordo com a Psicóloga, Fernanda Salla A emoção interfere no processo de retenção de informação. É preciso motivação para aprender. A atenção é fundamental na aprendizagem. O cérebro se modifica em contato com o meio durante toda a vida. A formação da memória é mais efetiva quando a nova informação é associada a um conhecimento prévio. Para você, essas afirmações podem não ser inovadoras, seja por causa da sua experiência em sala, seja por ter estudado Jean Piaget (1896-1980), Lev Vygotsky (1896- 1934), Henri Wallon (1879-1962) e David Ausubel (1918-2008), a maioria da área da Psicologia cognitiva. A novidade é que as conclusões são fruto de investigações neurológicas recentes sobre o funcionamento cerebral. A interferência do ambiente no sistema nervoso causa mudanças anatômicas e funcionais no cérebro. Assim, a quantidade de neurônios e as conexões entre eles (sinapses) mudam dependendo das experiências pelas quais se passa. Antes, acreditava-se que as sinapses formadas na infância permaneciam imutáveis pelo resto da vida, mas há indícios de que não é assim. Nos anos 1980, um estudo pioneiro do neurocientista norte-americano Michael Merzenich, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, demonstrou que o cérebro de macacos adultos se modificava depois da amputação de um dos dedos da mão. A perda do membro provocava atrofia dos neurônios da região responsável pelo controle motor do dedo amputado. Porém ele observou também que essa área acabava sendo ocupada pelos neurônios responsáveis pelo movimento do dedo ao lado.

Emoção

Ela interfere no processo de retenção da informação Os pesquisadores Larry Cahill e James McGaugh, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, publicaram nos anos 1990 os resultados de estudos em que foram mostradas duas séries de imagens a pessoas. Uma tinha um caráter emocional e a outra era neutra. O grupo teve uma recordação maior das emotivas. Por meio de um tomógrafo, foi observada a relação entre a ativação da amígdala (parte importante do sistema emotivo do cérebro) e o processo de formação da memória. “Quanto mais emoção contenha determinado evento, mais ele será gravado no cérebro”, diz Iván Izquierdo, médico, neurologista e coordenador do Centro de Memória da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

Memória

 Ela é mais efetiva na associação com um conhecimento já adquirido A ativação de circuitos ou redes neurais se dá em sua maior parte por associação: uma rede é ativada por outra e assim sucessivamente. Quanto mais freqüentemente isso acontece, mais estáveis e fortes se tornam as conexões sinápticas e mais fácil é a recuperação da memória. Isso se dá por repetição da informação ou, de forma mais eficaz, pela associação do novo dado com conhecimentos já desenvolvidos. “Podemos simplesmente decorar uma nova informação, mas o registro se tornará mais forte se procurarmos criar ativamente vínculos e relações daquele conteúdo com o que já está armazenado em nosso arquivo de conhecimentos”, afirmam os médicos e doutores em Ciência do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Ramon M. Cosenza e Leonor B. Guerra no livro Neurociência e Educação: Como o Cérebro Aprende (151 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703-3444, 44 reais).

Implicações da educação ao aprendizado

O aluno deve ser ativo em suas aprendizagens, mas cabe ao professor propor, orientar e oferecer condições para que ele exerça suas potencialidades. Para isso, deve conhecê-lo bem, assim como o contexto em que vive e a relação dele com a natureza do tema a ser aprendido.

Aprender não é só memorizar informações. É preciso saber relacioná-las, significá-las e refletir sobre elas. É tarefa do professor, então, apresentar bons pontos de ancoragem, para que os conteúdos sejam aprendidos e fiquem na memória, e dar condições para que o aluno construa sentido sobre o que está vendo em sala.

Etapas da aprendizagem:

5 fatores do processo para que ocorra aprendizado do aluno Ensino Fundamental, Ensino Médio, vestibular e Universitário.  

Entender: compreender o que pede no enunciado ou pergunta, grifar palavras chaves do que se pedi, capacidade de avaliar os estímulos do ambiente. Filtrar + Decifrar = Geração de conteúdo Mental.

 Reter: Retenção transforma conteúdo mental em um recurso que pode vir a ser utilizado no futuro, muitos universitários confundem esta etapa com estudo, nunca estude só para armazenar.

Praticar: colocar em prática aquilo que você entendeu e conseguiu reter, questionar a ser crítico, quando ao que você entendeu e armazenou, descobrir que você entendeu, armazenou, mas não aprendeu.

 Disseminar: significa utilizar o que aprendeu ensinar outras pessoas, métodos, nomeado de  Aprendizado para ensinar.

 Criar: criatividade, manifestar ideais tópicos e esboço, para que possa fazer uma resolução e desenvolver a resposta, ou chegar a um (Insight).

Entenda a diferença de Aluno e estudante cada um deles são distintos um do outro.

 Aluno: é quem assiste a aula. Observa o  que o professor fala em sala de aula, e presta atenção na fala verbal e comunicação do professor.

 Estudante: é quem estuda, aquele que busca informação, lê outros livros relacionado a matéria referente, procura outros matérias complementares ao conteúdo dado pelo professor.

Entenda a aula não foi feita para aprender, a aula foi feita para entender. Existe uma diferença a ser compreendida, os professores não ensinam eles apenas passam o conteúdo referente a grade curricular, eles explicam o conteúdo. Para aprender e necessário estudar, assim você precisa deixar de ser um agente passivo e passar a ser um agente ativo.

 Agente passivo: e aquele aluno quese acomoda diante das adversidades como tarefas e problemas imposto a ele ou seja ele fica estático ou paralisado, não existe iniciativa da parte do aluno, Não existe motivação intrínseca ou extrínseca.

Agente Ativo: e aquele aluno que busca compreender e resolver problemas, existente e busca iniciativa, formulação de ideais e capacidade de (Insight) resolução, que se move o tempo todo, que existe e manifesta a motivação intrínseca e extrínseca.

 

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