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Relacionamento Saudável, é o que nós queremos no amor! Avalie o amor que você sente é Saudável ou Patológico?

Sofremos por amor, nos anulamos por amor, nos humilhamos pelo nosso par, choramos por um término e fazemos tudo o que for possível por pessoas que não merecem. Talvez tenhamos um profundo medo de acabar sozinhos, de nos encarar no espelho e de descobrir quem realmente somos.

Tivemos tantos relacionamentos e nos machucaram tanto que não somos capazes de distinguir um relacionamento saudável de um abusivo. Simplesmente temos medo da solidão e nos conformamos com pessoas que não nos tratam bem ou não nos amam.

APRENDA A IDENTIFICAR UM RELACIONAMENTO ABUSIVO

O psicólogo Walter Riso em seu livro “Amar ou depender” nos ajuda a diferenciar aqueles relacionamentos não saudáveis que nos prejudicam e não nos trazem nada de bom. Riso classifica os seguintes tipos de relacionamentos abusivos:

Amor obsessivo

Segundo Riso: “A obsessão implica que o amor se tornou insaciável no relacionamento. Um dos membros do casal nunca está satisfeito com o relacionamento, não pode fazer nada sem seu parceiro e demonstra uma grande dependência que pode existir um sintomas patológicos de amor disfuncional, entre o casal.

Uma pessoa que vive um relacionamento desses sente-se obrigada a dar o que não quer, se estressa e, em alguns casos, se sente acuada. Um parceiro obsessivo não tem limites, não dá espaço para a nossa liberdade e nosso individualismo.

Amor condensado

Trata-se de casais em que cada pessoa perdeu sua identidade, eles perderam seu amor próprio. Riso afirma que os casais desse tipo acabam adotando os mesmos gestos, piadas e formas de se vestir. Inclusive, às vezes, o amor condensado chega a manifestar um certo sentimento de posse em relação a outra pessoa.

No entanto, amar significa muito mais e sobretudo significa manter nossa individualidade, deixar que a outra pessoa seja como ela é, amá-la por isso e sermos nós mesmos, com nossos defeitos e virtudes. É uma questão de adaptação.

Amor temeroso

Todos nós temos medo de que um relacionamento chegue ao fim ou de que algo de ruim possa acontecer com uma pessoa que gostamos, mas não podemos esquecer que amar outra pessoa sempre é um risco. O medo da perda indica uma pessoa insegura, que tem medo do fracasso e do abandono.

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Mas esse medo se desdobra em muitos outros: medo de que o nosso companheiro nos decepcione, de descobrirmos uma infidelidade, de que nos abandonem ou de que o amor termine sem razão aparente. Riso recomenda termos em mente que no amor não existem certezas, que temos que aceitar a incerteza em uma relação saudável.

Amor opressivo

No amor é obrigatório respeitar a liberdade da outra pessoa, ou seja, que ela tenha seus próprios amigos, atividades, preferências, gostos e opiniões. Um amor que não respeita todos esses aspectos acaba por tornar-se opressivo e nos impede de sermos nós mesmos.

Cada membro do casal deve respeitar a personalidade, princípios, valores e objetivos da outra pessoa, ainda que sejam diferentes dos seus. É importante aprender e aceitar essas diferenças para que o relacionamento seja saudável e exista uma confiança mútua.

OS SEGREDOS PARA UMA RELAÇÃO SAUDÁVEL

Marc e Angel Chernoff passaram muito tempo ajudando seus clientes a construir relacionamentos saudáveis e duradouros e conseguiram dar algumas respostas a uma pergunta que fazemos sempre: o que é necessário para criar e alimentar uma relação saudável? Para isso criaram uma lista do que você não deve fazer para ter uma relação saudável. Alguns exemplos das suas abordagens vão a seguir.

Não espere que seu relacionamento resolva os seus problemas

Se você tem medo de estar sozinho, uma relacionamento não é a solução. Antes você terá que ver de onde vem e a que se deve esse medo da solidão e, uma vez que tenha resolvido e superado o seu problema, poderá se relacionar de uma forma mais saudável com a outra pessoa.

Não se esqueça que os seus vazios, seus medos, seu aborrecimento são problemas que interessam apenas a você e que vão persistir numa relação se você não resolvê-los antes. Portanto, enfrente a si mesmo e resolva seus problemas antes de iniciar uma relação.

Não brigue, nunca esqueça das qualidades da outra pessoa que está ao seu lado.

Quando começamos um relacionamento é normal querermos passar muito tempo juntos, mas pouco a pouco devemos deixar um espaço ao nosso parceiro e ter nosso próprio espaço. Não podemos esquecer que temos nossa vida e que ter um tempo para nós é fundamental em uma relação saudável. Aprende a valorizar a qualidade da pessoa amada se ela te faz bem, então estimule tais qualidades, não identifique imperfeições, pois todos nos temos defeitos se você, aceitar desafio de identificar pontos positivos da pessoa amada você encontrar a um verdadeiro amor saudável um vinculo afetivo bem estabelecido duradouro e congruente ambos o parceiro e parceira, a vida terá mais sentido para dois alcançado a confiança, companheirismo, a empatia, a atração um pelo outro, a paixão e por fim o amor saudável, flexível cheio de ternura, carinho e afeição um pelo outro. 

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Os casais que são felizes sabem valorizar o tempo sozinhos, gostam de sua independência para fazer as coisas de forma diferente e, ao final do dia, compartilham suas experiências mutuamente como uma forma de enriquecer a relação.

Não guarde segredos

A confiança é a base essencial de qualquer relacionamento. Se a confiança se perde é muito complicado voltar a recuperá-la. Por esse motivo, é importante que nosso parceiro não se sinta como um estranho em nossas vidas.

Surgirão ocasiões nas quais queremos ficar sozinhos, em que precisamos de espaço para tratar nossos problemas, e uma relação saudável vai nos proporcionar isso, mas se queremos esse espaço é bom que façamos um esforço de sinceridade e falemos das razões que nos levam a procurá-lo.

Às vezes escutamos frases como “eu não menti, eu omiti”, que é uma contradição absoluta, porque as omissões são mentiras. Se você mente ou omite a verdade, ela vai vir à tona mais cedo ou mais tarde.

Não deixe que o medo o domine

Nunca se perde por amar, e sim por se conter. Nenhum relacionamento baseado no amor compartilhado é impossível, a menos que você deixe de dar uma oportunidade. Amar outra pessoa significa criar uma oportunidade de se ferir, mas também de ser feliz.

Não podemos enfrentar a vida com medo de nos relacionar, é importante aprender a confiar, ainda que tenham nos machucado antes. O importante é não cometer os mesmos erros e aprender a cada dia. Para a psicologia o amor saudável e uma relação estável onde o casal tem seus momentos de cometer, mas ocorre o aprendizado entre os lados, usando por meio da capacidade de Resiliência resolver conflitos de forma saudável e que eles possam se entender por meio de diálogos, como crises de casais por ao longo do casamento que fica desgastado por comodismo ou falta de adaptação ambos os lados, para que ocorra o padrão de normalidade dentro de uma relação saudável não deve ocorrer agressões físicas e verbais o casal deve  Compreensão. Empatia. Habilidades de comunicação adequadas. Não se concentrar apenas nos aspectos positivos ou negativos. Capacidade para propor ideias e aplicar soluções. Senso de humor e se colocar no lugar do outro de forma congruente para se entender, não perder a confiança um pelo outro e o afeto do casal.

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“Loves that give sadness, sick relationships that bring psychological damages”

This complaint, then ordinary though very important! It reveals people’s general difficulty in loving, and their profound willingness to engage in loving affairs that always “give in to nothing,” in relationships that always end when they seem to “have everything to succeed” and in affective and sexual involvements which wear out but, strange as it may seem, are often kept to exhaustion until marriage and the emergence of children, when the situation gets much worse. Complaints are as varied as possible given the extreme variability of the partners involved and the infinite number of situations in which relationships and involvements can occur. They range from unbridled and painful passion to almost inexperience to the inexplicable duration of a childhood courtship that has disastrously evolved into marriage, although it was always “on the face of it that it was not going to work.” Going from a love triangle to a conflicting homosexual relationship or on the other hand the maintenance of a conflicting heterosexual relationship and, simultaneously, a pleasant homosexual relationship. Anyway it’s a no-if-ending of possibilities! In almost all of these complaints, patients manifest some degree of difficulty in the sexual sphere, ranging from the loss of arousal to the total impossibility of consuming the sexual act (impotence in man and vaginismus in woman. they are usually kept hidden from doctors, friends, relatives and even, where possible, the partner or sexual partner as in the case of women who do not reach orgasm and pretend to live it, to “satisfy” the partner; Conflicting but compulsively held double relationships are also common complaints, with patients’ assertion that “they do not like this kind of situation but that a greater force or the accidents of life make them have these behaviors. According to these strands people are faced with these conflicting situations in relationships rather than being in a healthy relationship are often related to problematic people and difficult coexistence, and complicated relationships cause psychological damage to their partners and patients by shaking their emotional state, so that frustrations do not occur, we must choose our partners and partners better, then we can find a syntony between them the sides to be able to enter into a more healthy and lasting relationship in their experiences providing health and well being to the confident couple.

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”Amores que dão tristeza, relacionamentos adoecidos que trazem danos Psicológicos”

Esta queixa, então corriqueira embora de importância muito! Revela a dificuldade geral, nas pessoas, de amar, e a profunda disposição delas em se envolver em casos amorosos que sempre ”dão em nada”, em relações que sempre acabam quando pareciam” ter tudo para dar certo” e em envolvimentos afetivos e sexuais que desgastam mas, por estranho que parecer, são mantidos até a exaustão muitas vezes até o casamento  e o surgimento de filhos, quando a situação fica bem mais grave. As queixas são as mais variadas possíveis, dada a extrema variabilidade dos parceiros envolvidos e o número infinito de situações em que os relacionamentos e envolvimentos podem se dar. Vão da paixão desenfreada e dolorosa por um quase desconhecimento até a duração inexplicável de um namoro de infância que evoluiu desastrosamente para o casamento, embora sempre ”estivesse na cara que não ia dar certo” Vão de um triângulo amoroso  consentido a uma relação homossexual conflitante ou por outro lado a manutenção de uma relação heterossexual conflitante e, simultaneamente, uma relação homossexual prazerosa. Enfim é um não-se-acabar de possibilidades! Em quase todas estas queixas os pacientes manisfestam algum grau de dificuldade na esfera sexual, indo da perda de excitação á total impossibilidade de consumar o ato sexual (impotência, no homem e vaginismo, na mulher. Estes problemas na esfera sexual ( e os sentimentos que eles provocam) geralmente são mantidos escondidos de médicos, amigos,parentes e ate mesmo, quando é possível, do parceira ou parceiro sexual como no caso de mulheres que não atingem o orgasmo e fingem vivê – lo, para ”satisfazer” o parceiro; na verdade, temendo admitir que não o atingem. Relacionamentos duplos conflitantes mas compulsivamente mantidos também são queixas comuns, com a firmação, pelos pacientes, de que”não gostam deste tipo de situação mas que uma força maior ou os  acasos da vida fazem com que eles tenham este comportamento. de acordo com essas vertentes pessoas que se deparam com essas situações conflitantes em relacionamentos em vez de estar em um relacionamento saudável, muitas das vezes estão – se relacionando com pessoas problemáticas e difícil convivências, e relacionamentos complicados provocam danos psicológicos a suas parceiras e paceiros abalando seu estado emocionais, para que não ocorra frustrações devemos escolher melhores nossas parceiras e parceiros, então encontrarmos um sintonia ambos os lados para ter condições de entrar em um relacionamento mais saudável e duradouro em suas vivências  proporcionando saúde e bem estar ao casal confidente.

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É Quando ocorre Suícidio entres profissionais de saúde Mental

”A questão do suicídio está ligada à saúde mental sim. Não é necessariamente uma patologia ou uma doença”O ser humano é marcado pela finidade, insegurança e pela vulnerabilidade da sua existência.Com isso, podemos discorrer sobre o quanto o ser humano está em sofrimento. Observa-se,nos tempos atuais, que muitos indivíduos encontram a cessação do sofrimento no ato de atentar contra a própria vida, ou seja, o autoexterminio. Muitos dos profissionais interactuam de maneira presente e significativamente maior contato com pessoas hospitalizadas, que tenham sofrimento seja ele intenso ou não. Esses também se encontram em um ambiente estressante, fazendo com que se tornem suscetíveis aos problemas de âmbito de saúde mental, onde que decorrente a essa qualidade psíquica abalada tem- se a probabilidade de idealização suícida ou suicídio consumado. O suicídio então é uma temática muito discutida por vários autores, mas que ainda se apresenta velada ao ser debatida, e no que diz respeito ao suicídio presente no meio de profissionais da saúde é visivelmente possível perceber o quanto é difícil à discussão. Desse modo, o estudo em questão trata-se de uma revisão bibliográfica, por meio do qual o leitor pode identificar o quão complexo é o tema, além de desmistificar certos preconceitos e extrair as principais características das publicações, sobre “o suicídio consumado por profissionais da saúde ou tentativas do mesmo”. Pode-se perceber através dos textos estudados, que o suicídio está aumentando dia a dia em nível mundial. Além disso, é importante perceber que o profissional da saúde deve ser compreendido para além de um ‘trabalhador’, deve ser visto como uma pessoa que também pode sofrer danos em seu bem estar e ter consequências drásticas com isso como esgotamento emocional, depressão e alterações em sua qualidade de vida. A verdade que em nossas instituições e formações não nós da suporte necessário para lidar com temas referente ao suicídio, casos clínicos de paciente que apresenta algum tipo de patologia graves ligado ao DSM-4 ou DSM-5 são casos complexos, mais difíceis de tratar, o terapeuta e si carrega uma sobre carga pelo fato de lidar com pacientes que apresentam algum tipo de patologia, outro problema que observamos que existe uma cobrança do terapeuta como tratar o paciente muitas das vezes o psicólogo, psiquiatra sabe tratar o paciente mas não sabe mediar seu estado de psique ou seu nível emocionais, ainda existe um tabu imposto culturalmente cultivado pela nossa sociedade que todo psicologo ou psiquiatra profissionais de saúde mental de modo geral são perfeitos que são pessoas que não apresentam desajuste emocionais ou psicológicos essa vertente esta totalmente equivocada, os profissionais de saúde mental também tem seu momentos de tristeza e desespero ou medo diante das suas vivências do dia a dia seja no trabalho ou em outros ambientes e na famílias, porque estamos falando tema tão pertinente porque vemos que que esse assunto bem escasso e tão pouco explorados por estudante e profissionais, para reduzir índice de nivel de suicidio entres esses profissionais de saúde a proposta de meio de intervenção e preventiva passos bem simples de acordo com autor (Claude Zembru) (1) treinamentos sobre risco e prevenção ao suicídio deveriam ser incluídos nos cursos de formação e qualificação de profissionais de saúde mental; (2) melhoraria no treinamento dos profissionais qualificados não somente no gerenciamento do comportamento suicida com clientes, mas também em métodos de intervenção com colegas que eventualmente estejam vivenciando dificuldades;(3) tornar habitual a discussão sobre os desafios envolvidos em ser um psicólogo; (4) melhorar o ensino sobre estratégias de como lidar com possíveis casos de morte de colegas por suicídio; (5) criar grupos de suporte profissional a fim de reduzir o isolamento inerente ao exercício da profissão, sugestões pessoais (Rodrigo Alv) e (Diego Teixeira) (6) Criar um processo grupal onde esses profissionais trocam informação entre de forma direita ou indreta que tenham respaldado para lidar com a morte de forma natural, (7) se esvaziar do problema paciente e se encher de resolução, maior fator negativo e que os psicologo e psiquiatras carregam a patologias então sobrecarregam delas (8) Criação gestão de tempo focado no agora (9) desenvolver na questão de paciente versus o profissional, para separar o controle de emoções, contra o controle de terapia. atráves desse métodos de intervenção e preventivo daria condições para o profissional de lidar e tratar patologias de sofrimentos alheios, e condições de gerenciar melhores ou seu estado mental e emocional pessoal.   Continue lendo “É Quando ocorre Suícidio entres profissionais de saúde Mental”