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Exclusão social ou Falta de Sensibilidade definição falta de “amor” ao “próximo”

Exclusão social ou Falta de Sensibilidade definição falta de “amor” ao “próximo”

Fonte: Exclusão social ou Falta de Sensibilidade definição falta de “amor” ao “próximo”

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Exclusão social ou Falta de Sensibilidade definição falta de “amor” ao “próximo”

“Por pobres devem entender-se as pessoas, famílias e grupos de pessoas cujos recursos (materiais, culturais e sociais) são tão limitados que os excluem do nível de vida minimamente aceitável do Estado membro onde residem”. (2003: 17)

Um dos assuntos mais pertinentes a relatar , “Pobreza e Exclusão Social” foi o que me chamou mais atenção. A escolha do tema para este artigo vem de encontro ao atual contexto social e econômico em que vivemos e porque o ano mundial de Combate à Pobreza e Exclusão Social. De facto, abordar o tema “Pobreza e Exclusão Social” nos dias que correm, faz todo o sentido pois estamos a atravessar uma época muito difícil para o ser humano, acentuando-se cada vez mais as desigualdades sociais e econômicas. A luta contra a Pobreza e Exclusão Social faz hoje parte dos ditames da Humanidade na proteção do seu futuro e manifestam-se de formas bastante diversificadas consoante a região, a forma de organização econômico–social, a cultura dominante e o nível de desenvolvimento. No decorrer deste trabalho irei procurar uma definição de pobreza e exclusão social, apesar de estas palavras terem várias vertentes tentarei abordar os aspectos mais importantes. A realização deste trabalho implicou adoção de metodologias diversificadas, como pesquisas bibliográficas, técnicas de análise de documentos e técnicas de resumo. Os objetivos desta pesquisa foram conhecer um pouco melhor a situação da pobreza e exclusão social. Face a estes objetivos dividi o meu trabalho em partes. Comecei pela definição de pobreza e exclusão social. De seguida, falei dos tipos de exclusão social e as categorias e domínios onde se verifica a pobreza e exclusão social. Por fim, falei das políticas de combate à pobreza e exclusão social e sobre o Programa Nacional de Combate à Pobreza e Exclusão Social. A pobreza está associada à carência de recursos, mas uma situação de carência que não tem origem na falta de recursos não significa pobreza na totalidade, mas poderá levar à exclusão social. Numa cidade existem contrastes notórios aos olhos de todos. Vemos todos os dias, indivíduos e famílias cujos rendimentos e habitações, as condições de vida e de trabalho são inferiores a outros indivíduos ou famílias da mesma sociedade. Há então uma diferença entre ricos e pobres, entre o luxo e a miséria e entre o excesso e a escassez.de acordo com todos os pontos negativos a exclusão social esta ligado as nossas políticas pública e ao governo atual a falta de irresponsabilidade dos nossos políticos a onde uma corrupção tomou conta deixando valores e princípios coletivos deixados para atrás , os direitos humanos de cada pessoa que se encontra dentro do estado brasileiro deixou de existir pela falta de sensibilidade e amor ao próximo, com toda clareza a exclusão social está ligada a falta de amor vivemos na sociedade do egocentrismo.

O egocentrismo consiste em uma exaltação excessiva da própria personalidade, fazendo com que o indivíduo se sinta como o centro da atenção.Uma pessoa egocêntrica não consegue demonstrar empatia, ou seja, não consegue colocar no lugar do outro, porque está constantemente ocupado com os seu “eu” e com os seus próprios interesses.

Este artigo mostra que a  exclusão social e falta de sensibilidade está ligada a uma extensão ainda maior que imaginamos que a palavra ”amor”o motiva a necessidade de proteção e pode se manifestar de diferentes formas: amor materno ou paterno, amor entre irmãos (fraterno), amor físico, amor platônico, amor à vida, amor pela natureza, amor pelos animais, amor altruísta, amor próprio, e etc.Etimologicamente, o termo “amor” surgiu a partir do latim “amor”, palavra que tinha justamente o mesmo significado que atualmente: sentimento de afeição, paixão e grande desejo de estender uma mão de ajuda e ajudar a quem precisa do básico a moradia vivemos em um país que se tornou individual, o ”self”a definição  principal  e arrogância , ganancia são mesquinhos que pensão no seu próprio ” eu” interesse próprio, sem pensar  em quem não de comer , beber , vestir e morar.

Matheus 25:45 ”Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim”

Altruísmo também considerada uma doutrina ética que indica o interesse pelo próximo como um princípio “supremo” de moralidade.Vários pensadores defenderam o conceito de altruísmo, sendo que alguns defenderam a atitude representativa do altruísmo sem usar essa palavra. Este foi o caso do filósofo alemão Ludwig Feuerbach. A palavra “altruísmo” propriamente dita foi criada pelo filósofo francês Auguste Comte para descrever um comportamento oposto ao egoísmo.

“Qualquer que seja o conceito utilizado – Pobreza Absoluta ou relativa – a pobreza definida em termos de limiar o rendimento parece ter apenas o mérito de ser politicamente operacional”. (Almeida, 1992)

“A noção de exclusão social surge sobretudo ligada à existência de um contexto de referência, do qual se é ou se está excluído. Dele fazem parte cinco sistemas sociais básicos: social, econômico, institucional, territorial e simbólico”

Não podemos ficar indiferentes ao fenômeno da pobreza e exclusão social, pois o que torna um fenômeno tolerável é a indiferença face ao mesmo. Interessa por isso, que as diversas políticas existentes sejam eficazes. A pobreza e a exclusão social devem ser combatidas com o empenho e sensibilidade de todos nós! A mudança primeiro precisa começar interno dentro de nós, depois ela se estende para externo onde pode influenciar uma sociedade inteira, até mesmo nossos órgãos públicos e o nosso governo ”A mudança de concepção de mente , gera mudança de comportamento”

Postado por : Rodrigo Alv

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FELICIDADE-BREVE INTRODUÇÃO HISTÓRIA E CIENTÍFICA

A procura da felicidade tem marcado e continua a marcar a história da humanidade. Apesar do seu estudo científico ser relativamente recente, a felicidade como tema de reflexão filosófica remonta até a antiga Grécia. Ryan e Deci (2001) referem que podem ser considerados dois eixos estruturantes em torno dos quais se tem realizado o estudo da felicidade. Um eixo composto pela Eudaimonia e um segundo pela Hedonia.

O Bem-Estar Eudemónico tem origem em Aristóteles e salienta a experiência de crescimento pessoal e a excelência de carácter, sendo o bem-estar considerado como consequência da realização do verdadeiro potencial de cada um (Haybron, 2000). Conceito similar pode ser encontrado no bem-estar psicológico de Ryff (1989; Ryff & Keyes, 1995).

Contrastando com a perspectiva anterior, a perspectiva Hedónica foi desenvolvida também há milhares de anos atrás e foca o sentimento subjectivo do bem-estar ou de prazer. De uma forma geral, o Hedonismo é a filosofia do prazer, a ideia de que o prazer é bom e a dor é negativa. Tem como protagonistas Aristipo (435–366 BCE) e Epicuro (342–270 BCE). Aristipo, rompendo com a tradição socrática, defendeu que o prazer sensorial era melhor do que qualquer outro, pois é mais intenso. Ao contrário de Aristipo, Epicuro preferia os prazeres de longo termo em detrimento dos prazeres imediatos, valorizando os prazeres psicológicos e dando mais atenção aos prazeres do descanso. Ele valorizou especialmente a Ataraxia, que era uma forma de alcançar a tranquilidade emocional e a felicidade através da diminuição da intensidade das paixões e dos desejos.

No século XX o estudo da Felicidade não suscitou grande interesse até ao final da década de 20 do século passado, voltando a ser esquecida a partir da 2ª guerra mundial (Seligman e Csikszentmihalyi, 2000). Somente a partir da década de 60 começaram a aparecer estudos que procuraram mensurar, desde uma perspectiva subjectiva, o bem-estar, a qualidade de vida, a satisfação, a felicidade ou aquilo que as pessoas pensavam que era a “boa vida” (Gurin, Veroff & Feld 1960; Bradburn & Caplovitz, 1965, Bradburn, 1969; Andrews & Withey, 1976; Campbell, Converse & Rodgers, 1976). Tais indicadores sociais subjectivos estariam não só intimamente associados com vários indicadores sociais “objetivos” (rendimento, o número de quartos por casa, saúde, etc.), mas também eram uma excelente forma independente de contribuir para a realização de políticas sociais.

Definição de Felicidade

De acordo com Seligman e Csikszentmihalyi (2000) o Bem-Estar Subjectivo (BES) é um termo mais científico para aquilo que as pessoas usualmente designam por Felicidade. Na perspectiva de Diener e seus colaboradores o BES pode ser considerado como um fator geral incluindo, pelo menos, três conceitos relacionados: (1) presença de afeto positivo; (2) satisfação com a vida e (3) ausência relativa de Afeto negativo (Diener, Scollon, & Lucas, 2003). O BES implica necessariamente uma apreciação subjectiva, pois baseia-se na avaliação da vida da pessoa; (2) dimensão global, pois inclui uma valoração ou juízo de todos os aspectos de sua vida; e (3) a necessária inclusão de medidas positivas, já que a sua natureza vai mais além da mera ausência de factores negativos.

Nesta perspectiva, A Felicidade será constituída por um fator cognitivo (satisfação com a vida) e outro fator emocional (diferença entre o Afeto Positivo e o Afeto Negativo).

Quer o fator cognitivo, quer o emocional podem ser modificados pela prática da meditação.

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