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Nomofobia: Dependência Digital

Você já imaginou por algum momento ficar sem telefone celular, computador ou internet? Já ouviu falar em Nomofobia? Pois bem, acho que 99,9% da população atual é um pouquinho “Nomófobica”. A palavra nomofobia encontrou o seu lugar para designar o desconforto ou angústia causados pelo medo de ficar incomunicável ou pela impossibilidade de comunicação por intermédio do telefone celular, computador ou internet (ficar off-line). Desde a entrada dos primeiros computadores e telefones celulares na vida dos indivíduos, começamos a perceber também o surgimento de mudanças significativas nos hábitos, costumes, comportamentos, emoções e nas relações pessoais e sociais resultantes nessa interatividade. Com isso, surgiu a necessidade de se buscar compreender a dimensão, os aspectos e consequências dessas alterações em relação aos benefícios, prejuízos, ganhos ou perdas relacionados com o uso ou abuso dessas novas tecnologias. A adoção de novas tecnologias digitais e a massificação do acesso da população a internet, smartphones e redes sociais estão mudando o modo de vida das pessoas e criando uma nova dinâmica social. Vivemos na era da informação: tudo é rápido, acessível e volúvel. Muito sabemos sobre os avanços das tecnologias no setor econômico, mas quase nada se discute sobre os efeitos no comportamento humano. Se o telefone celular serve para aproximar pessoas distantes, por vezes, atualmente também percebemos que distancia pessoas mais próximas. O uso abusivo das tecnologias ganha novos adeptos diariamente de maneira silenciosa e preocupante. Pela primeira vez no Brasil, um livro aborda de forma estruturada e científica um problema tão moderno, mas pouco debatido dentro das famílias, empresas e sociedade.

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DISLEXIA

Dislexia é uma dificuldade na aprendizagem da criança, quanto à velocidade e qualidade da aquisição das habilidades de leitura, escrita, fala, orientação espacial, entre outros.Para detectar a dislexia é necessário observar alguns sintomas como: dificuldades com a linguagem, dificuldades em escrever, dificuldades com a ortografia e lentidão na aprendizagem da leitura.

Geralmente é perceptível no início da alfabetização e pode ser confundida com inteligência baixa ou desmotivação.

A causa da dislexia está relacionada ao processamento de informações, que ocorre diferentemente no cérebro de quem apresenta o distúrbio.

A dispersão é a primeira característica a ser percebida entre as crianças. Elas demonstram dificuldades em manter a atenção durante atividades, como: jogar, aprender rimas, montar quebra-cabeça. Demoram a falar e a organizar a linguagem de modo geral.

É importante que a dislexia seja observada o quanto antes, a fim de que não provoque desinteresse da criança pelos estudos e tenha que enfrentar algumas frustrações.

Como foi citado anteriormente, a dislexia não está relacionada com inteligência baixa, uma vez que crianças disléxicas mostram bons resultados em testes de lógica e atividades cognitivas. Às vezes essas crianças podem até apresentar inteligência acima da média.

A dislexia não tem ligação com nenhum tipo de retardo ou deficiência mental, e não indica futuras dificuldades acadêmicas e profissionais.

Como se trata de uma dificuldade de aprendizagem, a criança pode apresentar um mau comportamento dentro e fora da sala de aula.

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Terapia do riso é novo método no combate à depressão!

Manter sempre o bom humor e um sorriso no rosto é a meta de muitas pessoas. O riso provoca a liberação da serotonina, o hormônio da alegria, e ainda estimula a produção de endorfinas, ou seja, substâncias de ação relaxante. Para ajudar nesse processo, profissionais desenvolveram a risoterapia, que faz bem à saúde e ainda pode ajudar no combate a doenças como a depressão.

O mais novo argumento a favor da risada vem da cardiologia. Um estudo da Universidade de Maryland, em Baltimore (EUA), divulgou no último Congresso da Associação Americana do Coração (AHA) que pessoas que encaram os contratempos do dia a dia com bom humor têm menos propensão a problemas cardíacos.

Para algumas pessoas, rir torna-se algo forçoso, e são elas as principais vítimas do estresse. A risoterapia ajuda no equilíbrio de alegria, encontrando prazer nas pequenas e simples coisas do cotidiano. Por esse raciocínio, a ação de sorrir passa a ser um exercício, até se tornar um hábito. Unir bem-estar e saúde é a receita perfeita para viver mais e melhor.