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Viver Bem da Psicologia – Conquistando Sua Realização Profissional

Algumas das Consequências do Treinamento Viver Bem da Psicologia

  • Alcançar o Sucesso Profissional

  • Alcançar a Sua Realização Profissional

  • Passará a Trabalhar Com Fila de Espera

  • Aprenderá Inovar em Seu Negócio na Psicologia Clínica

  • Aumento de Pessoas Entrando em Contato com Você

  • Aumento de Parcerias

  • Aumento da Sua Renda e Faturamento

     

    • MINDSET

      Uma Nova Consciência da Psicologia X Negócio

    • PLANEJAMENTO

      Construindo o Mapa Que Te Levará A Sua Realização

    • NEGÓCIO

      Gerindo o Seu Negócio da Psicologia de Forma Simples.

    • MARCA PESSOAL

      Ampliando o Seu Valor  de Mercado, Potencializando Sua Imagem

    • REFERÊNCIA

      Posicionando-se de Forma Efetiva e Eficaz perante as pessoas

    • ESTRATÉGIAS

      Ferramentas e Técnicas para Alavancar Você Como Psicólogo Clínico

    • O PACIENTE

      Ser valorizado de forma justa e permanente

    • P.A.D.

      Piloto Automático

      De Divulgação.

      Agora você vai SER  um Psicólogo REALIZADO Profissionalmente

      Produtor: Wilton Neto Consulting
      Email de Suporte: contato@wiltonneto.com.br
      Forma de Acesso: Arquivo Digital
      Categoria: Vídeo-aulas, screencasts, filmes
      Subcategoria: Desenvolvimento Pessoal

      Para acesso ao treimanento http://hotmart.net.br/show.html?a=W3119559R ou  http://hotmart.net.br/show.html?a=W3119559R&ap=9eec

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Artigos, Funcionalismo

Escola Funcionalismo

A psicologia funcionalista surge nos Estados Unidos em oposição à psicologia titcheneriana. É representada por autores como J. Dewey, (1859), J. Angel (1869-1949) e H. A. Carr (1873-1954).Os princípios funcionalistas se converteram em escolas no final do século XIX, e justamente em duas das mais novas universidades americanas:

Chicago e Columbia. Nessas escolas marca-se o que se pode designar como orientação funcionalista propriamente dita. A escola de Chicago com Dewey, Angell e Carr e a de Columbia com Thorndike e Woodworth. Angell coloca em chegue qualquer possibilidade de uma psicologia estruturada em elementos mentais. O aspecto estrutural do psiquismo deve ser buscado não nos seus supostos elementos, mas nas funções, atos ou processos mentais. A psicologia deve reconhecer em sua analise estrutural não os elementos como sensações, sentimentos, mas atos como julgar, perceber, recordar. Para Angell a psicologia se torna mais funcional do que a biologia, pois não apenas  o funcional precede  e produz o estrutural, como também ambos representam duas faces de um mesmo fato.A escola de Columbia toma a adaptação em sentido mais comportamental e ancorado em aspectos motivacionais. Thorndike, em seus experimentos sobre a inteligência animal, não supõe mais a solução dos problemas como governada por uma consciência selecionadora de respostas, mas um conjunto casual de respostas que são selecionadas por seus efeitos de satisfação. Esta é sua clássica Lei do Efeito. Ao substituir a consciência pelo acaso, não apenas adequa o seu modelo ao darwinismo, como abre caminho para o behaviorismo.  “Aqui o ajuste do organismo ao meio se realiza através de um conjunto de mecanismos casuais, mecânicos e possíveis de controle, concedendo, portanto, plenos poderes aos psicólogos, enquanto engenheiros da conduta.” (Ferreira e Gutman, 2005, pág. 136).

Os psicólogos funcionalistas definem a psicologia como uma ciência biológica interessada em estudar os processos, operações e atos psíquicos (mentais) como formas de interação adaptativa.Partem do pressuposto da biologia evolutiva, segundo o qual os seres vivos sobrevivem se têm as características orgânicas e comportamentais adequadas a sua adaptação ao ambiente.

Consideram as operações e processos mentais (como a capacidade de sentir, pensar, decidir, etc.) o verdadeiro objeto da psicologia, e o estudo desse objeto exige uma diversidade de métodos. Não excluem a auto-observação, embora não aprovem a introspecção experimental no estilo titcheneriano, porque esta seria muito artificial. Não confiam totalmente na auto-observação, dadas as suas dificuldades científicas: é impossível conferir publicamente se uma auto-observação foi bem feita e, por isso, é difícil chegar a um acordo baseado em observações desse tipo. Considerando a adaptação como a função última da consciência, então serão as funções e não os elementos mentais que devem ser alvo de investigação. Figueiredo e Santi (2004) destacam que apesar do movimento funcionalista como um movimento à parte e independente ter se dissolvido, várias das idéias fundamentais dessa escola estão presentes em muito do que se faz até hoje no campo da pesquisa psicológica. “Na verdade, a maior parte do que se produziu e se produz no campo da psicologia, entendida como ciência natural, pode ser interpretada como diferentes versões do pensamento funcional.” (Figueiredo e Santi, 2004, pág. 65).Na abordagem funcionalista a adaptação não se refere a um processo filogenético, mas antes de tudo, ontogenético, ligado à adaptação individual. O conceito de adaptação deixa de expressar uma relação de sobrevivência em um meio, e passa a significar uma “melhor vivência neste”, tornando-se, pois, um conceito qualitativo. Essa melhor vivência, esse equilíbrio, não se refere apenas a um meio físico, mas antes de tudo, a um meio social. Estar adaptado é antes de tudo estar ajustado às demandas do meio social, sejam elas quais forem.Ferreira e Gutman (2005) relatam que a necessidade de estar conforme ao meio social justifica-se pela extrapolação de um conceito biológico a um significado social. É confiando no valor deste conceito que os psicólogos em sua prática zelarão pelo “equilíbrio social”. E a psicologia funcional não se interessa apenas pelo estudo da adaptação. Ela deseja igualmente se transformar em um instrumento de adaptação, promovendo-a. E isto ocorre graças à postura pragmatista, na qual o valor de um conhecimento está calcado em suas consequências práticas. E desta forma o conhecimento psicológico deve se mostrar vital. Só que a utilidade buscada não diz respeito ao indivíduo, mas à sociedade como um todo. O meio social não é apenas regulador, mas também finalidade da adaptação. A adaptação psicológica visa ajustar a sociedade a si própria, através do manejo dos indivíduos, especialmente os desadaptados. “O psicólogo entra nesse contexto como um engenheiro social da utilidade, buscando promover à moda UTILITARISTA, o maior bem possível. Transforma-se assim a utilidade individual em patrimônio social.” (Ferreira e Gutman, 2004, pág. 137)

Bibliografia:

Araújo, S. de F. Wilhelm Wundt e o estudo da experiência imediata. In: Jacó-Vilela, A. M.; Ferreira, A. L. L.; Portugal, F. T. (orgs.) História da Psicologia: rumos e percursos. Rio de janeiro: NAU Editora, 2005.

Ferreira,Arthur Arruda Leal; Gutman, Guilherme. O Funcionalismoo em seus Primórdios: a psicologia a serviçoda adaptação. In: Jacó-Vilela, A. M.; Ferreira, A. L. L.; Portugal, F. T. (orgs.) História da Psicologia: rumos e percursos. Rio de janeiro: NAU Editora, 2005.

Silva,AntonioRogério (2008).IN:http://br.geocities.com/discursus/moderna/pragmati.html

Figueiredo, Luis Cláudio e Santi, Pedro Luis Ribeiro. Psicologia: uma (nova) introdução. São Paulo: EDUC, 2004.
Zanella, Andréia Vieira. Psicologia Social e Escola. In: Strey, Marlene Neves…[et al.]. Psicologia Social Contemporânea: livro-texto. Petrópolis: Vozes, 1999.

Artigos

Titchener and psychology in the US

The psychology of the nineteenth century, especially as produced in Germany at the end of the century (global center of academic and institutional production of this knowledge in this period) is co…

Fonte: Titchener and psychology in the US

Artigos

functionalism

The functionalist psychology arises in the United States as opposed to titcheneriana psychology. It is represented by authors such as J. Dewey (1859), J. Angel (1869-1949) and H. A. Carr (1873-1954…

Fonte: functionalism

English language articles

functionalism

The functionalist psychology arises in the United States as opposed to titcheneriana psychology. It is represented by authors such as J. Dewey (1859), J. Angel (1869-1949) and H. A. Carr (1873-1954).The functionalist principles have become schools in the late nineteenth century, and precisely in two of the newest American universities: Chicago and Columbia.

These brand to schools which can be called as functionalist orientation itself. Chicago School A with Dewey, Angell and Carr and Columbia with Thorndike and Woodworth.Angell puts in gets any possibility of a structured psychology mental elements. The structural aspect of the psyche must be sought not in its alleged elements, but the functions, actions or mental processes. Psychology should recognize in its structural analysis not the elements as sensations, feelings but acts as judge, understand, remember. For Angell psychology becomes more functional than biology, since not only the above functional and structural produces, but also both represent two faces of the same fact.The Columbia school takes adaptation in more behavioral direction and anchored on motivational aspects. Thorndike, in his experiments on animal intelligence, no longer assumes the solution of the problems as governed by a sorter awareness of answers, but a casual set of answers that are selected for their effects satisfaction. This is your classic Law of Effect. When replacing consciousness by chance, not only fits your model of Darwinism as paving the way for behaviorism. “Here the adjustment of the organism to the medium takes place through a set of random mechanisms, mechanical and possible control, providing, therefore, full power to psychologists as engineers conduct.” (Ferreira and Gutman, 2005, p. 136) .The functionalist psychologists define psychology as a biological science interested in studying the processes, operations and psychical acts (mental) as forms of adaptive interaction. Based on the assumption of evolutionary biology, according to which living things survive if they have organic and behavioral characteristics appropriate to adapt to the environment.Consider the operations and mental processes (such as the ability to feel, think, decide, etc.) the true object of psychology and the study of this object requires a variety of methods. Do not exclude the self-observation, though not approve the experimental insight into the titcheneriano style, because this would be too artificial. Not fully rely on self-observation, given its scientific difficulties: it is impossible to publicly confirm that a self-observation was well made and so it is difficult to reach an agreement based on such observations.Considering the last adaptation and awareness function, then the functions will not mental elements that are being investigated. Figueiredo and Santi (2004) point out that despite the functionalist movement as a movement apart and independent have dissolved, many of the fundamental ideas of this school are present in much of what is done today in the field of psychological research. “In fact, most of what is produced and is produced in the field of psychology, understood as natural science, can be interpreted as different versions of functional thinking.” (Figueiredo and Santi, 2004, p. 65).In functionalist approach to adaptation does not refer to a phylogenetic process, but first of all, ontogenetic, connected to the individual adaptation. The concept of adaptation fails to express a survival ratio in a medium, and comes to mean a “better experience this”, becoming thus a qualitative concept. This better experience, this balance does not only refer to a physical environment, but above all a social environment. Be adapted is first of all be adjusted to the demands of the social environment, whatever they may be.Ferreira and Gutman (2005) report that the need to conform to the social environment is justified by the extrapolation of a biological concept to a social meaning. It is relying on the value of this concept that psychologists in their practice must ensure the “social balance”. And the functional psychology is not concerned only the adaptation study. It would also turn into an instrument of adaptation, promoting it. And this is thanks to the pragmatic approach, in which the value of knowledge is underpinned in its practical consequences. And so the psychological knowledge should prove vital. But the utility sought does not refer to the individual but to society as a whole. The social environment is not only regulator, but also the purpose of adaptation. The psychological adjustment aims to adjust the society itself, through the management of individuals, especially maladaptive. “The psychologist enters this context as a social engineer utility, seeking to promote stylish utilitarianism, the greatest possible good. Thus becomes the individual utility in social equity. “(Ferreira and Gutman, 2004, p. 137)

Bibliography:

Araujo, S. F. Wilhelm Wundt and the study of immediate experience. In: Jacob-Vilela, A. M .; Ferreira, A. L. L .; Portugal, F. T. (eds.) History of Psychology: directions and routes. Rio de Janeiro: NAU Publisher 2005.

Ferreira, Arthur Arruda Leal; Gutman, William. The Funcionalismoo in its Beginnings: the psychology serviçoda adaptation. In: Jacob-Vilela, A. M .; Ferreira, A. L. L .; Portugal, F. T. (eds.) History of Psychology: directions and routes. Rio de Janeiro: NAU Publisher 2005.

Silva,AntonioRogério(2008).IN:http://br.geocities.com/discursus/moderna/pragmati.html

Figueiredo, Luis Claudio and Santi, Pedro Luis Ribeiro. Psychology: A (new) introduction. São Paulo: EDUC 2004.

Zanella, Andreia Vieira. Social Psychology and School. In: Strey, Marlene Neves … [et al.]. Contemporary social psychology: textbook. Petropolis: Voices, 1999.

English language articles

Titchener and psychology in the US

The psychology of the nineteenth century, especially as produced in Germany at the end of the century (global center of academic and institutional production of this knowledge in this period) is completely different from the current framework of psychology.

It is a psychology that: devoted to the pure research; It takes as its object of study the conscious common experience; devoted to this object by suspected illusion of common experience, inherited from the physical problem and the philosophy of the seventeenth century, without seeking at the time any form of adjustment of individuals. uses this examination of subjective experience a particular form of controlled introspection in which the subjects have to be mentally healthy and trained to make the most accurate description of the basic elements of this common experience, sensations; because of the requirements of the method does not use common subject (much less children, pets and crazy) – studying other psychologists trained in the profession of faith of physiology to reach the intricacies of pure experience, more naive. (Ferreira and Gutman, 2005). The Titchener project After Wundt are numerous authors who have tried to put psychology in the field of natural sciences only.Titchener was primarily responsible for the dissemination of Wundt’s work in the United States. It redefines the psychology of the object as the experience dependent on a subject (conceived as pure body). This means, as noted by Figueiredo and Santi (2004), which go beyond the subject’s experience means the search for physiological reasons for the phenomena of mental life Titchener does not deny the existence of mind, but it loses its autonomy: always depends on and is fully explained in terms of the nervous system. The psychologist describes the experience in psychological terms, but explained in terms borrowed from natural science.One of the mistakes made most often in the history of psychology texts is the statement that Wundt would be next to Titchener, one of the main representatives of structuralism.Titchener founded structuralism, and although it was collaborator Wundt in Leipzig, he built his own conception of psychology, that in many respects distanced himself from the wundtiano thought. The fundamental difference lies in the very concept of object and method of psychology. For Titchener, psychology is fundamentally the study of consciousness through introspection. And all that can not be related to the structural elements of consciousness should not be considered subject of psychology. (Araújo, 2005)Figueiredo and Santi (2004) emphasize that an important lesson to be drawn from the relationship between Titchener and Wundt is that Wundt, to seek to be faithful conception of psychology as a science intermediate, put on a great methodological mess. Titchener, by contrast, has the “trouble” much less methodological when placed totally subordinated to the field of natural sciences psychology. But that the cost of a reduction of scope and of interest to its proposals.Titchener was a supporter of elementarism and associationism. The ultimate goals of his elementaristic psychology were the analysis and decomposition of psychic conscious processes in their most basic elements (core structures) and the discovery of its underlying associative mechanisms. Already in Wundt, the analysis was only a means to achieve the main goal of psychology, it was the discovery of the universal laws of psychic life in all its manifestations. Wundt believed that associationist psychology was unable to explain the affective dimension (feelings) and volitional (will) of mental life. Marks on the face of the nineteenth century to the twentieth century, in a continuity to the Darwinian theory, a psychology interested in adaptation, evolution and change in mental activities. Yet throughout history, as shown by Ferreira and Gutman (2005), this model spreads transcends its original moves and dissolves in the psychological field, giving a significant part of this field its current feature as knowledge geared to the adjustment practices .Especially in the mid-nineteenth century, we are seeing in the United States at an accelerating process of urbanization that expands the east coast towards the west (through industrial progress and a number of institutional changes such as the expansion of the school system) . This process has staked out a number of new settings, tests and controls on the individual. It is in this context that psychology starts to take an active role, sorting, selecting and setting individuals to these new spaces – schools and factories. The social division of labor, which was consolidated in the nineteenth century, originated in the factories is explained by the need to monitor, prioritize and discipline employees, delegating these increasingly distanced functions of the media and the production process as a whole. (Zanella, 1999) It is in advance of modernity that the American university system expands. In certain areas such as philosophy and human sciences, led to the adoption of new models and paradigms, such as Darwinian and Spencerian evolucionismos; leading the movement of new concepts such as adaptation, function and balance in the establishment of new areas and the problems of old approach, such as the human knowledge. (Ferreira and Gutman, 2005). This university expansion led to the creation of major new universities such as Chicago and Columbia, the functionalist movement headquarters. According to Ferreira and Gutman (2005), is in these centers and other more traditional universities, such as Harvard, these new concepts will be vigorously used not only aimed at studying natural processes such as evolution and adaptation of organisms, but especially promoting them the fine adjustments and controls of the modern world expanding. In this process, some psychologists began to stand out in isolated centers and different relations with the German headquarters. A first group clearly represented by the English Edward Titchener (1867 – 1927) at Cornell University, docked in the United States (in his case in 1892), to bring the good news of German psychology. However, “Titchener is an almost lone voice in the context of American psychology, preaching in the new world of the desert.” (Ferreira and Gutman, 2005, p. 123)
A second group of genuinely American psychologists like Granville Stanley Hall, James McKeen Cattell and James Mark Baldwin visited Leipzig, but produced a very different psychology of German psychology.Baldwin, for example, was one of the authors more than most adopted the Darwinist thought, returning it to issues such as child development.
Cattell, even though it was the first Wundt’s assistant in 1883, to return to Columbia dedicated to the work of improvement of mental measures for classification of individuals (crucial for the constitution of psychological tests). Stanlley Hall, despite being under the guidance of William James, the first doctor in psychology in the United States (in 1878), and the first student of Wundt (1879), returning to the University of Clark promotes the implementation of a series of new areas and a new set of institutions. is dedicated to areas such as psychology of childhood, adolescence and old age, educational psychology, sex and religion. Funda magazines (such as the American Journal of Psychology) and associations (such as the American Psychological Association – the most important of the United States), as well as being responsible for the call in 1909 for the visit of Sandor Ferenczi, Jung and Sigmund Freud to USA, to expose in general psychoanalytic theory. A third group of psychologists, composed by William James (Harvard) and John Dewey (the Universities of Michigan, Minnesota and Chicago), departs completely from the Germanic mother and deploys psychology in the United States with its own identity. The textbook James 1890 (The Principles of the Psychology) was instrumental in the establishment of a first draft of the functionalist movement.

Artigos

Titchener e a Psicologia nos EUA

A psicologia do século XIX, especialmente como se produzia na Alemanha no final daquele século (centro mundial de produção acadêmica e institucional deste saber nesse período) é completamente diferente do quadro atual da psicologia. Trata-se de uma psicologia que: devota-se à pesquisa pura; toma como objeto de estudo a experiência comum consciente; devota-se a esse objeto através da suspeita de ilusão da experiência comum, problema herdado da física e da filosofia do século XVII, sem buscar naquele momento qualquer forma de ajustamento dos indivíduos.

utiliza nesse exame da experiência subjetiva uma forma particular de introspecção controlada em que os sujeitos teriam que ser mentalmente sãos e treinados para fazer a descrição mais precisa dos elementos básicos dessa experiência comum, as sensações; por conta das exigências do método, não usa sujeitos comuns (muito menos crianças, animais e  loucos) – estuda outros psicólogos devidamente treinados na profissão de fé da fisiologia para chegarem aos meandros da experiência mais pura, mais ingênua. (Ferreira e Gutman, 2005).

O projeto de Titchener

Depois de Wundt são inúmeros os autores que tentaram colocar a psicologia no campo apenas das ciências naturais.

Titchener foi principal responsável pela divulgação da obra de Wundt nos Estados Unidos. Ele redefine o objeto da psicologia como sendo a experiência dependente de um sujeito (concebido como puro organismo). Isto significa, como lembra Figueiredo e Santi (2004), que ir além da experiência do sujeito significa a busca de justificativas fisiológicas para os fenômenos da vida mental.

Titchener não nega a existência da mente, mas esta perde sua autonomia: depende sempre e se explica completamente em termos de sistema nervoso. O psicólogo descreve a experiência em termos psicológicos, mas a explica em termos emprestados de uma ciência natural.

Um dos equívocos cometidos com mais frequência nos textos de história da psicologia é a afirmação de que Wundt seria, ao lado de Titchener, um dos principais representantes do estruturalismo.

Titchener fundou o estruturalismo, e embora tenha sido colaborador de Wundt em Leipzig, ele construiu sua própria concepção de psicologia, que em muitos aspectos se distanciou do pensamento wundtiano. A divergência fundamental está na própria concepção de objeto e método da psicologia. Para Titchener, a psicologia é fundamentalmente o estudo da consciência através da introspecção. E tudo o que não puder ser relacionado com os elementos estruturais da consciência não deve ser considerado assunto da psicologia. (Araújo, 2005)

Figueiredo e Santi (2004) destacam que uma lição importante que se pode tirar da relação entre Titchener e Wundt é que Wundt, ao procurar ser fiel a concepção da psicologia como ciência intermediária, mete-se em uma grande enrascada metodológica. Titchener, ao contrário, tornou a “encrenca” metodológica muito menor quando colocou a psicologia totalmente subordinada ao campo das ciências naturais. Mas isso a custo de uma redução de alcance e de interesse para as suas propostas.

Titchener foi um defensor do elementarismo e do associacionismo. Os objetivos últimos de sua psicologia elementarista eram a análise e decomposição dos processos psíquicos conscientes em seus elementos mais básicas (estruturas fundamentais) e a descoberta dos seus mecanismos associativos subjacentes. Já em Wundt, a análise era apenas um meio de se alcançar a meta principal da psicologia, que era a descoberta das leis universais da vida psíquica em todas as suas manifestações. Wundt acreditava que a psicologia associacionista era incapaz de explicar a dimensão afetiva (sentimentos) e volitiva (vontade) da vida mental.

Demarca-se na virado do século XIX para o século XX, em uma continuidade à teoria darwinista, uma psicologia interessada na adaptação, evolução e variação das atividades mentais. Contudo ao longo da história, conforme demonstra Ferreira e Gutman (2005), esse modelo se dissemina, transcende os seus movimentos originais e se dissolve no campo psicológico, dando a uma expressiva parte desse campo sua feição atual enquanto saber voltado para as práticas de ajustamento.

Especialmente em meados do século XIX, assiste-se nos Estados Unidos a um galopante processo de urbanização que se expande da costa leste em direção à oeste (por meio do avanço industrial e de uma série de transformações institucionais, como a expansão do sistema escolar). Esse processo demarcou uma série de novos ajustes, exames e controles sobre o indivíduo. É nesse contexto que a psicologia passa a ter um papel ativo, classificando, selecionando e ajustando os indivíduos a esses novos espaços – as escolas e as fábricas.

A divisão social do trabalho, que se consolidou no século XIX, originada nas fábricas é explicada pela necessidade de fiscalizar, hierarquizar e disciplinar os trabalhadores, delegando a estes funções cada vez mais distanciadas dos meios e do processo de produção como um todo. (Zanella, 1999)

É no avanço da modernidade que o sistema universitário americano se expande. Em certas áreas como a filosofia e as ciências humanas, implicou a adoção de novos modelos e paradigmas , como os evolucionismos darwinista e spenceriano; conduzindo a circulação de novos conceitos como adaptação, função e equilíbrio na constituição de novas áreas e na abordagem de velhos problemas, como o do conhecimento humano. (Ferreira e Gutman, 2005).

Essa expansão universitária levou à constituição de novas e importantes universidades, como aChicago e a de Columbia, sedes do movimento funcionalista. Segundo Ferreira e Gutman (2005), é nesses centros e em outras universidades mais tradicionais, como a de Harvard, que esses novos conceitos serão vigorosamente utilizados, não apenas visando estudar processos naturais como a evolução e adaptação dos organismos, mas especialmente promovê-los nos finos ajustes e controles do mundo moderno em expansão.

Nesse processo, alguns psicólogos começaram a se destacar em centros isolados e com diferentes relações com a matriz alemã. Um primeiro grupo, claramente representado pelo inglês Edward Titchener (1867 – 1927) na Universidade de Cornell, aportava nos Estados Unidos (no seu caso em 1892), visando trazer a boa nova da psicologia alemã. No entanto, “Titchener será uma voz praticamente isolada no contexto da psicologia americana, pregando no deserto do novo mundo.”(Ferreira e Gutman, 2005, pág. 123)

Um segundo grupo de psicólogos genuinamente americano, como Granville Stanley Hall, James Mckeen Cattel e James Mark Baldwin visitaram Leipzig, mas produziram uma psicologia bem diversa da  psicologia germânica.

Baldwin, por exemplo, foi um dos autores mais que mais adotou o pensamento darwinista, voltando-o para temas como o desenvolvimento infantil.

Cattel, mesmo tendo sido o primeiro assistente de Wundt em 1883, ao retornar para Columbia dedicou-se ao trabalho de aperfeiçoamento de medidas mentais para a classificação dos indivíduos (crucial para a constituição dos testes psicológicos).

Stanlley Hall, apesar de ser, sob orientação de William James, o primeiro doutor em psicologia nos Estados Unidos (em 1878), e o primeiro aluno de Wundt (1879), ao retornar para a Universidade de Clark promove a implantação de uma série de novas áreas e de um conjunto de novas instituições. Dedica-se a áreas como a psicologia da infância, adolescência e velhice, a psicologia da educação, o sexo e a religião. Funda revistas (como a American Journal of Psychologie) e associações (como a American Psychological Association – a mais importante dos Estados Unidos), além de ser responsável pelo convite, em 1909, para a visita de Sandor Ferenczi, Gustav Jung e Sigmund Freud aos EUA, para expor em linhas gerais a teoria psicanalítica.

Um terceiro grupo de psicólogos, composto por William James (em Harvard) e por John Dewey(nas Universidades de Michigan, Minesota e Chicago), se afasta completamente da matriz germânica e implanta a psicologia nos Estados Unidos com sua própria identidade.

O livro-texto de James de 1890 (The Principles of a Psychologie) foi fundamental para a constituição de um primeiro esboço do movimento funcionalista.

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PHOBIA FEAR IN?

A phobia is a clinical term that is used to describe an irrational and persistent fear of certain objects, situations, activities or people. These fears are beyond its control and may interfere wit…

Fonte: PHOBIA FEAR IN?

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PHOBIA FEAR IN?

A phobia is a clinical term that is used to describe an irrational and persistent fear of certain objects, situations, activities or people. These fears are beyond its control and may interfere with daily activities.Phobia belongs to a large group of mental problems and in this group the most known problems are: anxiety disorder, obsessive-compulsive disorder, panic disorder and stress.

There are many forms of phobia, and they can be a fear of something specific, such as flying or social fears that can cause in certain individuals feelings of anxiety in social situations. Other examples of this disease may involve the fear of small animals; closed spaces etc … it usually begins in childhood and persists into adulthood. Some of these conditions if left untreated can harm the development of a person.

Among the forms most common phobias can include:

* Arachnophobia – Fear of spiders;

* Ophidiophobia – snakes of fear;

* Acrophobia – Fear of heights;

* Agoraphobia – Fear of populated areas or open spaces;

* Cynophobia – dogs Fear;

* Astraphobia – Fear of thunder and lightning;

* Belonofobia – Fear of injections or sharp objects;

* Mysophobia – Fear of germs or dirt.

The causes of phobias are not determined by experts, but studies suggest that the occurrence of these conditions may be a complex interaction of genes and environment. Some suggest that it is caused by a traumatic event, at first, like a bite of a dog; or getting stuck in an enclosed space; or being humiliated in public.Hypersensitive individuals may respond differently to the stress due to the unique chemical reaction in the brain. These people may also be sensitive to caffeine because this substance triggers certain chemical responses in the brain.We can identify as symptoms of phobia, the following: Tachycardia, sweating, paralysis, pallor, cold hands, dry mouth, trembling, nervousness, despair, fainting etc. Phobia is a fear – irrational – specific objects, situations or stressful activities. Panic attacks when close to the object, activity or situation; are factors that often difficult or unreliable activities, community or social life. The treatment of phobic may differ from one person to another. A phobia is one of the problems more treated mental health in the world. The majority of treated patients can live their normal lives.Individuals who have a certain phobia that is easy to avoid and does not affect your daily activities, do not need to seek professional help.

Ex .: The Hollywood actor Billy Bob Thorton, former husband of Angelina Jolie, is afraid of some types of cutlery and Komodo dragons.

There is a fear that impairs social life and it does not cause constraints. It is easy to avoid fear, just he did not travel to Komodo Island in Indonesia. However, when this condition interferes with the activities of a person or daily routine, mental health experts encourage the phobic person to undergo psychotherapy.Drug intervention, such as the use of antidepressants, tranquilizers and anxiolytics; You can also reduce fear and panic, effective and in many cases phobia. The use of these drugs need to be prescribed and monitored by a doctor, which is the only qualified and competent professional for a prescription drug. Indiscriminate use besides being crime is dangerous because patients may develop dependence or go to death.A relationship of interaction between health professionals, family and friends is essential in the treatment of phobias. In many types of phobias, some symptoms can be relieved by taking a healthy diet and including physical activity in your lifestyle. Eliminate caffeine, reduce alcohol, do regular exercise and reduce stress are essential to relieve the symptoms of certain phobias.Lead a healthy lifestyle and always seek professional guidance is the first step for the treatment and overcome the phobia.

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Burnout syndrome

Burnout syndrome, consists of a depressive disorder, whose symptoms stem from a physical exhaustion and intense mental, and which is closely linked to the professional life of the individual.

With the highly competitive market in estressamos more often and that on the one hand helps us in making decisions. But when it goes normal there is strong evidence that you may be developing the disease.According to the website Albert Einstein, people who develop this syndrome have symptoms such as fatigue, constant tiredness, sleep disorders, muscle pain and headaches, irritability, mood and memory changes, difficulty concentrating, lack of appetite, depression and loss of initiative. This is very worrying because people who have these symptoms seek an escape door entering into drugs, alcohol, or may even attempt suicide.