O bullying e caso de saúde Pública e avaliação psico-educativo de uma equipe multidisciplinar em conjunto com a pedagogia

1. O que é bullying? Confira a definição

Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.

“É uma das formas de violência que mais cresce no mundo”, afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868 ). Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.

 Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podem apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.

2. O que não é bullying?

Discussões ou brigas pontuais não são bullying. Conflitos entre professor e aluno ou aluno e gestor também não são considerados bullying. Para que seja bullying, é necessário que a agressão ocorra entre pares (colegas de classe ou de trabalho, por exemplo). Todo bullying é uma agressão, mas nem toda a agressão é classificada como bullying.

Para Telma Vinha, doutora em Psicologia Educacional e professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), para ser dada como bullying, a agressão física ou moral deve apresentar quatro características: a intenção do autor em ferir o alvo, a repetição da agressão, a presença de um público espectador e a concordância do alvo com relação à ofensa. ”Quando o alvo supera o motivo da agressão, ele reage ou ignora, desmotivando a ação do autor”, explica a especialista.

3. O bullying é um fenômeno recente?

Não. O bullying sempre existiu. No entanto, o primeiro a relacionar a palavra a um fenômeno foi Dan Olweus, professor da Universidade da Noruega, no fim da década de 1970. Ao estudar as tendências suicidas entre adolescentes, o pesquisador descobriu que a maioria desses jovens tinha sofrido algum tipo de ameaça e que, portanto, o bullying era um mal a combater.

A popularidade do fenômeno cresceu com a influência dos meios eletrônicos, como a internet e as reportagens na televisão, pois os apelidos pejorativos e as brincadeiras ofensivas foram tomando proporções maiores. “O fato de ter consequências trágicas – como mortes e suicídios – e a impunidade proporcionaram a necessidade de se discutir de forma mais séria o tema”, aponta Guilherme Schelb, procurador da República e autor do livro Violência e Criminalidade Infanto-Juvenil (164 págs., Thesaurus Editora tel. (61) 3344-3738).

4. O que leva o autor do bullying a praticá-lo?

Querer ser mais popular, sentir-se poderoso e obter uma boa imagem de si mesmo. Isso tudo leva o autor do bullying a atingir o colega com repetidas humilhações ou depreciações. É uma pessoa que não aprendeu a transformar sua raiva em diálogo e para quem o sofrimento do outro não é motivo para ele deixar de agir. Pelo contrário, sente-se satisfeito com a opressão do agredido, supondo ou antecipando quão dolorosa será aquela crueldade vivida pela vítima.

Sozinha, a escola não consegue resolver o problema, mas é normalmente nesse ambiente que se demonstram os primeiros sinais de um praticante de bullying. “A tendência é que ele seja assim por toda a vida, a menos que seja tratado”, diz.

5. Como identificar o alvo do bullying?

O alvo costuma ser uma criança ou um jovem com baixa autoestima e retraído tanto na escola quanto no lar. ”Por essas características, dificilmente consegue reagir”, afirma o pediatra Lauro Monteiro Filho, fundador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia). Aí é que entra a questão da repetição no bullying, pois se o aluno procura ajuda, a tendência é que a provocação cesse.

Além dos traços psicológicos, os alvos desse tipo de violência costumam apresentar particularidades físicas. As agressões podem ainda abordar aspectos culturais, étnicos e religiosos.”Também pode ocorrer com um novato ou com uma menina bonita, que acaba sendo perseguida pelas colegas”, exemplifica Guilherme Schelb, procurador da República e autor do livro Violência e Criminalidade Infanto-Juvenil (164 págs., Thesaurus Editora tel. (61) 3344-3738).

6. Quais são as consequências para o aluno que é alvo de bullying?

O aluno que sofre bullying, principalmente quando não pede ajuda, enfrenta medo e vergonha de ir à escola. Pode querer abandonar os estudos, não se achar bom para integrar o grupo e apresentar baixo rendimento.Uma pesquisa da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia) revela que 41,6% das vítimas nunca procuraram ajuda ou falaram sobre o problema, nem mesmo com os colegas.

As vítimas chegam a concordar com a agressão, de acordo com Luciene Tognetta, doutora em Psicologia Escolar e pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinhas (Unicamp). O discurso deles segue no seguinte sentido: “Se sou gorda, por que vou dizer o contrário?”Aqueles que conseguem reagir podem alternar momentos de ansiedade e agressividade. Para mostrar que não são covardes ou quando percebem que seus agressores ficaram impunes, os alvos podem escolher outras pessoas mais indefesas e passam a provocá-las, tornando-se alvo e agressor ao mesmo tempo.

7. O que é pior: o bullying com agressão física ou o bullying com agressão moral?

Ambas as agressões são graves e causam danos ao alvo do bullying. Por ter consequências imediatas e facilmente visíveis, a violência física muitas vezes é considerada mais grave do que um xingamento ou uma fofoca.”A dificuldade que a escola encontra é justamente porque o professor também vê uma blusa rasgada ou um material furtado como algo concreto. Não percebe que uma exclusão, por exemplo, é tão dolorida quanto ou até mais”, explica Telma Vinha, doutora em Psicologia Educacional e professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Os jovens também podem repetir esse mesmo raciocínio e a escola deve permanecer alerta aos comportamentos moralmente abusivos.

8. O espectador também participa do bullying?

Sim. É comum pensar que há apenas dois envolvidos no conflito: o autor e o alvo. Mas os especialistas alertam para esse terceiro personagem responsável pela continuidade do conflito.O espectador típico é uma testemunha dos fatos, pois não sai em defesa da vítima nem se junta aos autores. Quando recebe uma mensagem, não repassa. Essa atitude passiva pode ocorrer por medo de também ser alvo de ataques ou por falta de iniciativa para tomar partido.

Também são considerados espectadores os que atuam como plateia ativa ou como torcida, reforçando a agressão, rindo ou dizendo palavras de incentivo. Eles retransmitem imagens ou fofocas. Geralmente, estão acostumados com a prática, encarando-a como natural dentro do ambiente escolar. ”O espectador se fecha aos relacionamentos, se exclui porque acha que pode sofrer também no futuro.Se for pela internet, por exemplo, ele ?apenas? repassa a informação. Mas isso o torna um coautor”, explica a pesquisadora Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868).

9. Existe diferença entre o bullying praticado por meninos e por meninas?

De modo geral, sim. As ações dos meninos são mais expansivas e agressivas, portanto, mais fáceis de identificar. Eles chutam, gritam, empurram, batem. Já no universo feminino o problema se apresenta de forma mais velada. As manifestações entre elas podem ser fofocas, boatos, olhares, sussurros, exclusão. “As garotas raramente dizem por que fazem isso. Quem sofre não sabe o motivo e se sente culpada”, explica a pesquisadora norte-americana Rachel Simmons, especialista em bullying feminino.Ela conta que as meninas agem dessa maneira porque a expectativa da sociedade é de que sejam boazinhas, dóceis e sempre passivas. Para demonstrar qualquer sentimento contrário, elas utilizam meios mais discretos, mas não menos prejudiciais. “É preciso reconhecer que as garotas também sentem raiva. A agressividade é natural no ser humano, mas elas são forçadas a encontrar outros meios – além dos físicos – para se expressar”, diz Rachel.

10. O que fazer em sala de aula quando se identifica um caso de bullying?

Ao surgir uma situação em sala, a intervenção deve ser imediata. “Se algo ocorre e o professor se omite ou até mesmo dá uma risadinha por causa de uma piada ou de um comentário, vai pelo caminho errado. Ele deve ser o primeiro a mostrar respeito e dar o exemplo”, diz Aramis Lopes Neto, presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria.O professor pode identificar os atores do bullying: autores, espectadores e alvos. Claro que existem as brincadeiras entre colegas no ambiente escolar. Mas é necessário distinguir o limiar entre uma piada aceitável e uma agressão. “Isso não é tão difícil como parece. Basta que o professor se coloque no lugar da vítima. O apelido é engraçado? Mas como eu me sentiria se fosse chamado assim?”, orienta o pediatra Lauro Monteiro Filho.

Veja os conselhos dos especialistas Cléo Fante e José Augusto Pedra, autores do livro Bullying Escolar (132 págs., Ed. Artmed, tel; 0800 703 3444):- Incentivar a solidariedade, a generosidade e o respeito às diferenças por meio de conversas, campanhas de incentivo à paz e à tolerância, trabalhos didáticos, como atividades de cooperação e interpretação de diferentes papéis em um conflito;- Desenvolver em sala de aula um ambiente favorável à comunicação entre alunos;- Quando um estudante reclamar de algo ou denunciar o bullying, procurar imediatamente a direção da escola.

11. Qual o papel do professor em conflitos fora da sala de aula?

O professor é um exemplo fundamental de pessoa que não resolve conflitos com a violência. Não adianta, porém, pensar que o bullying só é problema dos educadores quando ocorre do portão para dentro. É papel da escola construir uma comunidade na qual todas as relações são respeitosas.”Deve-se conscientizar os pais e os alunos sobre os efeitos das agressões fora do ambiente escolar, como na internet, por exemplo”, explica Adriana Ramos, pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenadora do curso de pós-graduação ”As relações interpessoais na escola e a construção da autonomia moral”, da Universidade de Franca (Unifran).”A intervenção da escola também precisa chegar ao espectador, o agente que aplaude a ação do autor é fundamental para a ocorrência da agressão”, complementa a especialista.

12. Como lidar com o bullying contra alunos com deficiência?

Conversar abertamente sobre a deficiência é uma ação que deve ser cotidiana na escola. O bullying contra esse público costuma ser estimulado pela falta de conhecimento sobre as deficiências, sejam elas físicas ou intelectuais, e, em boa parte, pelo preconceito trazido de casa.

De acordo com a psicóloga Sônia Casarin, diretora do S.O.S. Down – Serviço de Orientação sobre Síndrome de Down, em São Paulo, é normal os alunos reagirem negativamente diante de uma situação desconhecida. Cabe ao educador estabelecer limites para essas reações e buscar erradicá-las não pela imposição, mas por meio da conscientização e do esclarecimento.

Não se trata de estabelecer vítimas e culpados quando o assunto é o bullying. Isso só reforça uma situação polarizada e não ajuda em nada a resolução dos conflitos. Melhor do que apenas culpar um aluno e vitimar o outro é desatar os nós da tensão por meio do diálogo. A violência começa em tirar do aluno com deficiência o direito de ser um participante do processo de aprendizagem. É tarefa dos educadores oferecer um ambiente propício para que todos, especialmente os que têm deficiência, se desenvolvam. Com respeito e harmonia.

13. O professor também é alvo de bullying?

Conceitualmente, não, pois, para ser considerada bullying, é necessário que a violência ocorra entre pares, como colegas de classe ou de trabalho. O professor pode, então, sofrer outros tipos de agressão, como injúria ou difamação ou até física, por parte de um ou mais alunos.

Mesmo não sendo entendida como bullying, trata-se de uma situação que exige a reflexão sobre o convívio entre membros da comunidade escolar. Quando as agressões ocorrem, o problema está na escola como um todo. Em uma reunião com os educadores, pode-se descobrir se a violência está acontecendo com outras pessoas da equipe para intervir e restabelecer as noções de respeito.

Se for uma questão pontual, com um professor apenas, é necessário refletir sobre a relação entre o docente e o aluno ou a classe. ”O jovem que faz esse tipo de coisa normalmente quer expor uma relação com o professor que não está bem. Existem comunidades na internet, por exemplo, que homenageiam os docentes. Então, se o aluno se sente respeitado pelo professor, qual o motivo de agredi-lo?”, questiona Adriana Ramos, pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenadora do curso de pós-graduação “As relações interpessoais na escola e a construção da autonomia moral”, da Universidade de Franca (Unifran).

O professor é uma autoridade na sala de aula, mas essa autoridade só é legitimada com o reconhecimento dos alunos em uma relação de respeito mútua. ”O jovem está em processo de formação e o educador é o adulto do conflito e precisa reagir com dignidade”, afirma Telma Vinha, doutora em Psicologia Educacional e professora da Faculdade de Educação da Unicamp.

14. O que fazer para evitar o bullying?

A Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia) sugere as seguintes atitudes para um ambiente saudável na escola:- Conversar com os alunos e escutar atentamente reclamações ou sugestões;- Estimular os estudantes a informar os casos;- Reconhecer e valorizar as atitudes da garotada no combate ao problema;- Criar com os estudantes regras de disciplina para a classe em coerência com o regimento escolar;- Estimular lideranças positivas entre os alunos, prevenindo futuros casos;- Interferir diretamente nos grupos, o quanto antes, para quebrar a dinâmica do bullying.Todo ambiente escolar pode apresentar esse problema. “A escola que afirma não ter bullying ou não sabe o que é ou está negando sua existência”, diz o pediatra Lauro Monteiro Filho, fundador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia). O primeiro passo é admitir que a escola é um local passível de bullying. É necessário também informar professores e alunos sobre o que é o problema e deixar claro que o estabelecimento não admitirá a prática.

“A escola não deve ser apenas um local de ensino formal, mas também de formação cidadã, de direitos e deveres, amizade, cooperação e solidariedade. Agir contra o bullying é uma forma barata e eficiente de diminuir a violência entre estudantes e na sociedade”, afirma o pediatra.

15. Como agir com os alunos envolvidos em um caso de bullying?

O foco deve se voltar para a recuperação de valores essenciais, como o respeito pelo que o alvo sentiu ao sofrer a violência. A escola não pode legitimar a atuação do autor da agressão nem humilhá-lo ou puni-lo com medidas não relacionadas ao mal causado, como proibi-lo de frequentar o intervalo.

Já o alvo precisa ter a autoestima fortalecida e sentir que está em um lugar seguro para falar sobre o ocorrido. “Às vezes, quando o aluno resolve conversar, não recebe a atenção necessária, pois a escola não acha o problema grave e deixa passar”, alerta Aramis Lopes, presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Ainda é preciso conscientizar o espectador do bullying, que endossa a ação do autor. ”Trazer para a aula situações hipotéticas, como realizar atividades com trocas de papéis,  são ações que ajudam a conscientizar toda a turma.A exibição de filmes que retratam o bullying, como ”As melhores coisas do mundo” (Brasil, 2010), da cineasta Laís Bodanzky, também ajudam no trabalho. A partir do momento em que a escola fala com quem assiste à violência, ele para de aplaudir e o autor perde sua fama”, explica Adriana Ramos, pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenadora do curso de pós-graduação ”As relações interpessoais na escola e a construção da autonomia moral”, da Universidade de Franca (Unifran).

16. Como deve ser uma conversa com os pais dos alunos envolvidos no bullying?

É preciso mediar a conversa e evitar o tom de acusação de ambos os lados. Esse tipo de abordagem não mostra como o outro se sente ao sofrer bullying. Deve ser sinalizado aos pais que alguns comentários simples, que julgam inofensivos e divertidos, são carregados de ideias preconceituosas.”O ideal é que a questão da reparação da violência passe por um acordo conjunto entre os envolvidos, no qual todos consigam enxergar em que ponto o alvo foi agredido para, assim, restaurar a relação de respeito” explica Telma Vinha, professora do Departamento de Psicologia Educacional da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Muitas vezes, a escola trata de forma inadequada os casos relatados por pais e alunos, responsabilizando a família pelo problema. É papel dos educadores sempre dialogar com os pais sobre os conflitos – seja o filho alvo ou autor do bullying, pois ambos precisam de ajuda e apoio psicológico.

17. O que fazer em casos extremos de bullying?

A primeira ação deve ser mostrar aos envolvidos que a escola não tolera determinado tipo de conduta e por quê. Nesse encontro, deve-se abordar a questão da tolerância ao diferente e do respeito por todos, inclusive com os pais dos alunos envolvidos.

Mais agressões ou ações impulsivas entre os envolvidos podem ser evitadas com espaços para diálogo. Uma conversa individual com cada um funciona como um desabafo e é função do educador mostrar que ninguém está desamparado.”Os alunos e os pais têm a sensação de impotência e a escola não pode deixá-los abandonados. É mais fácil responsabilizar a família, mas isso não contribui para a resolução de um conflito”, diz Telma Vinha, doutora em Psicologia Educacional e professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A especialista também aponta que a conversa em conjunto, com todos os envolvidos, não pode ser feita em tom de acusação. ”Deve-se pensar em maneiras de mostrar como o alvo do bullying se sente com a agressão e chegar a um acordo em conjunto. E, depois de alguns dias, vale perguntar novamente como está a relação entre os envolvidos”, explica Telma.

É também essencial que o trabalho de conscientização seja feito também com os espectadores do bullying, aqueles que endossam a agressão e os que a assistem passivamente. Sem que a plateia entenda quão nociva a violência pode ser, ela se repetirá em outras ocasiões.

18. O que é bullying virtual ou cyberbullying?

É o bullying que ocorre em meios eletrônicos, com  mensagens difamatórias ou ameaçadoras circulando por e-mails, sites, blogs (os diários virtuais), redes sociais e celulares. É quase uma extensão do que os alunos dizem e fazem na escola, mas com o agravante de que as pessoas envolvidas não estão cara a cara.Dessa forma, o anonimato pode aumentar a crueldade dos comentários e das ameaças e os efeitos podem ser tão graves ou piores. “O autor, assim como o alvo, tem dificuldade de sair de seu papel e retomar valores esquecidos ou formar novos”, explica Luciene Tognetta, doutora em Psicologia Escolar e pesquisadora do Departamento de Psicologia Educacional da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinhas (Unicamp).

Esse tormento que é a agressão pela internet faz com que a criança e o adolescente humilhados não se sintam mais seguros em lugar algum, em momento algum. Marcelo Coutinho, especialista no tema e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), diz que esses estudantes não percebem as armadilhas dos relacionamentos digitais. “Para eles, é tudo real, como se fosse do jeito tradicional, tanto para fazer amigos como para comprar, aprender ou combinar um passeio.”

19. Como lidar com o cyberbullying?

O cyberbulling precisa receber o mesmo cuidado preventivo do bullying e a dimensão dos seus efeitos deve sempre ser abordada para evitar a agressão na internet. Trabalhar com a ideia de que nem sempre se consegue apagar aquilo que foi para a rede dá à turma a noção de como as piadas ou as provocações não são inofensivas. ”O que chamam de brincadeira pode destruir a vida do outro. É também responsabilidade da escola abrir espaço para discutir o fenômeno”, afirma Telma Vinha, doutora em Psicologia Educacional e professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Caso o bullying ocorra, é preciso deixar evidente para crianças e adolescentes que eles podem confiar nos adultos que os cercam para contar sobre os casos sem medo de represálias, como a proibição de redes sociais ou celulares, uma vez que terão a certeza de que vão encontrar ajuda. ”Mas, muitas vezes, as crianças não recorrem aos adultos porque acham que o problema só vai piorar com a intervenção punitiva”, explica a especialista.

20. Bullying na Educação Infantil. É possível?

Sim, se houver a intenção de ferir ou humilhar o colega repetidas vezes. Entre as crianças menores, é comum que as brigas estejam relacionadas às disputas de território, de posse ou de atenção – o que não caracteriza o bullying. No entanto, por exemplo, se uma criança apresentar alguma particularidade, como não conseguir segurar o xixi, e os colegas a segregarem por isso ou darem apelidos para ofendê-la constantemente, trata-se de um caso de bullying.”Estudos na Psicologia afirmam que, por volta dos dois anos de idade, há uma primeira tomada de consciência de ‘quem eu sou’, separada de outros objetos, como a mãe.E perto dos três anos, as crianças começam a se identificar como um indivíduo diferente do outro, sendo possível que uma criança seja alvo ou vítima de bullying. Essa conduta, porém, será mais frequentes num momento em que houver uma maior relação entre pares, mais cotidiana”, explica Adriana Ramos, pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenadora do curso de pós-graduação As relações interpessoais na escola e a construção da autonomia moral”, da Universidade de Franca (Unifran).

21. Quais são as especificidades para lidar com o bullying na Educação Infantil?

Para evitar o bullying, é preciso que a escola valide os princípios de respeito desde cedo. É comum que as crianças menores briguem com o argumento de não gostar uma das outras, mas o educador precisa apontar que todos devem ser respeitados, independentemente de se dar bem ou não com uma pessoa, para que essa ideia não persista durante o desenvolvimento da criança.

Conclusão

de acordo com tema discutido em questão acredito que junto ao conhecimento cientifico de uma psicologia aplicada e as demais áreas da educação  como pedagogia tem um papel fundamental para construção de valores morais, onde, as diferenças sejam respeitadas e a diversidade seja valorizada como fonte de conhecimento e crescimento cultural, um lugar mais justo, no qual, todos tenham igualdade de tratamento e oportunidade e potencialidades de tratar outro de forma igual como a si mesmo, isso depende de vontade política, ações governamentais e também de cada um de nós, porque, todos somos responsáveis pelo amanhã e se cada um orientar em sua casa, no seu trabalho, com seu vizinho, com seus amigos, o movimento se fortalecerá e práticas contra bullying serão mais facilmente denunciadas, podemos destacar que quem sofre o bullying adoece emocionalmente provocando uma série de outras patologias como estado depressivo até mesmo ato do suicídio contra a vida, se sentindo excluído dos demais a sua volta, tachados muitas das vezes  por colegas etc. porém ainda podemos ter uma visão holística em relação a quem prática o bullying também precisa de um acompanhamento psicológico e a orientação psico educativo muitas das vezes quem as prática em seu estado psíquico pode apresentar quadros de inferioridade as pessoas a sua volta, por este motivo pode levar pela motivação a humilhar a outra pessoa, e assim quando praticado o ato de bullying se sentir melhor pelo fato que provocou no outro o mesmo sentimento de inferioridade, devemos sim discutir sobre meios e possibilidades com respaldo cientifico para buscar soluções para intervir a prática de bullying nas escolas e amenizar a intolerância entre os alunos aplicado tarefas sobre empatia de modo de se colocar no lugar do outro buscando resgatar valores morais de respeito e éticos, demostrar regras de diretrizes de instituições escolares sobre igualdade e a liberdade do outo, devemos relembrar que só vamos conseguir exito contra o bullying se houver união entre todos órgãos envolvidos seja psicologia, pedagogia, professores, diretoria, coordenadores, pais e alunos etc, outro ponto que podemos enfatizar e destacar e a verdadeira necessidade de uma equipe multidisciplinar junto com o apoio do psicologo dentro das escolas, capacitados, bem preparados em relação a psico educação através  de desenvolvimentos de projetos como estabelecer relacionamentos saudáveis e vínculos de amizade entre os alunos de ensino fundamental e ensino médio sem passar do limite da expressão da liberdade do outro, por meio de uma ”psicologia aplicada” com um psicólogo especializado na areá escolar,  junto ao conjunto da equipe pedagógica nas escolas.

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Precisa Escrever: você tem o trevo de 4 folhas, se a ”Vida” a ”Esperança”

Sonhar com Felicidade

significa que em breve acontecimentos importantes e positivos surgirão para mudar sua vida para melhor. Pode significar que você terá papel fundamental na felicidade de alguém que você ama.Sentir felicidade em sonho é indício de mudanças favoráveis na vida de quem sonha.

Significado dos Sonhos

Sonhar com felicidade é o tipo de sonho que as pessoas mais desejam ter ao longo de toda a vida. É interessante pensarmos que ele significa que nós iremos driblar qualquer situação difícil na vida ou constrangimento que surgir, porém esse sonho carrega por traz outras interpretações não tão boas assim. Fique atento aos sinais exagerados e chamativos demais, eles têm muito a te revelar. Siga abaixo as instruções se conselhos sobre o que sonhar com felicidade tem a nos dizer.

Sonhar com felicidade de amigo

Sonhar com felicidade de amigo é uma das coisas que mais queremos, será? Se essa personalidade for realmente sua amiga, com sentimento real de ambos os lados, podemos dizer que sim, porém se um dos lados carrega consigo uma gota sequer de inveja esse desejo já não é tão verdadeiro assim e é aí que mora o problema.Sonhar com felicidade de amigo pode parecer bom para aqueles que compartilham de um mesmo sentimento, já para os que não sentem as coisas na mesma sintonia podem vir a se prejudicar por conta da inveja e da discórdia. Se esse for o seu caso, cabe mais uma reflexão sobre os maus sentimentos que afloram dentro de si quando se depara com a felicidade de um amigo do que afrontá-lo mediante a tanta alegria.

Sonhar com felicidade de familiar

Sonhar com felicidade de familiar é sempre bom. Este sonho revelou para você que alguém do seu círculo familiar está para receber grandes bênçãos e você, por algum motivo, terá um papel significativo na vida desta mesma pessoa.

Sonhar com felicidade em familia

Pode ser que ela confie muito em você e te conte primeiro as novidades, pode ser que ela precise da sua ajuda e com ela possa conquistar o que tanto deseja. Enfim, por alguma razão vocês serão colocados juntos para atuarem no palco da vida e assim a felicidade dela terá algo em comum com você.

Sonhar com felicidade no amor

Quem não deseja sonhar com felicidade no amor? De certo, todos nós. Pois então é chegada a hora de você se sentir afortunado pois a fase radiante e calorosa do bom amor está para chegar. Este sonho revela que um grande amor, caso você esteja à procura de um, surgirá na sua vida. No caso dos casados e enamorados, o sonho indica que é hora de abaixar as armas e curtir bons e saudáveis momentos a dois. Também pode ser a hora de dar um passo de grande importância na vida de vocês. Casamento? Um filho? Quem sabe?

Sonhar com felicidade de outras pessoas

Ao sonhar com felicidade de outras pessoas você está vivendo uma situação penosa no seu dia a dia e por isso, quando sonha com felicidade, é somente a sua mente tentando compensar a tristeza profunda que você sente, e pensando que ela é efêmera e logo logo passará. Não se atormente, em breve o sentimento gostoso da felicidade estará de volta à sua vida e desta vez para ficar.

Sonhar com felicidade exagerada

Sonhar com felicidade exagerada é indício de um mau presságio. Lembre-se sempre de que a felicidade não é nunca exagerada, pelo contrário, algumas vezes só sabemos que fomos felizes quando ela já passou, se foi.
Sonhar com felicidade
É fácil reconhecer que fomos felizes quando olhamos para trás, mas é difícil percebemos no presente o quanto somos felizes com as menores coisas da vida. O fato de você ter sonhado com uma felicidade exagerada é justamente o oposto da imagem que ela passou, será preciso manter os pés no chão para passar pelo furacão.

Sonhar que a felicidade lhe escapa

Sonhar que a felicidade lhe escapa significa que momentos de tristeza e agonia estão por chegar a sua vida, mas não se aflija, a felicidade não bate uma única vez à nossa porta, é preciso que a gente passe por fases difíceis para depois, lá na frente, ter condições de entender e sentir a verdadeira felicidade. Por hora tenha força e fibra, siga em frente e passadas as nuvens carregadas o sol irá acalentar seu coração.

Sonhar que está procurando a felicidade

Sonhar que está procurando a felicidade, em especial de for de forma incessante, como por todos os lugares em que você se vê ou como quem procura por um objeto perdido, significa que talvez você não esteja aproveitando como deveria os seus momentos reais de felicidade, e isto está te fazendo se sentir triste, infeliz. É importante vivermos os momentos presentes que estão repletos de boas coisas com mais intensidade e até com uma certa consciência de que aquele momento é real, é o da felicidade. Por vezes achamos que a felicidade deve ser sempre gritante, exagerada, mas não é bem assim que acontece, a felicidade é algo doce e sutil, por isso está contida nos menores prazeres da vida, aprenda a reconhecê-los e a aproveitá-los verdadeiramente.

 

Amor e a expressão mais singela a se compartilhar com outro!

Significado da Palavra Amor. Amar uma pessoa significa querer envelhecer com ela. … Amor verdadeiro é aquele onde duas pessoas se amam, independente das situações e problemas que possam viver.

O que é Amor/Verdade:

Amor verdadeiro é aquele onde duas pessoas se amam, independente das situações e problemas que possam viver.

O amor verdadeiro é aquele onde nada abala e que resiste a qualquer dificuldade, fazendo com que o casal fique unido nos momentos ruins e celebre todos os momentos alegres juntos.

Amor verdadeiro é um tema muito discutido, muitas pessoas duvidam se ele realmente existe. Com a promiscuidade existente, muitas pessoas deixaram de acreditar no amor verdadeiro, e isso geralmente acontece depois de vivenciar experiências ruins, como traição, falta de confiança, humilhação e etc.

O amor verdadeiro é diferente da paixão, ele não se concentra em coisas fúteis e pequenas, ele se preocupa com o grande, com os sentimentos, com os benefícios que o relacionamento traz, mas o amor verdadeiro não é necessariamente eterno.

Muitas vezes, um amor verdadeiro morre quando uma das partes envolvidas quebra a confiança existente.

O amor verdadeiro pode também estar relacionado com temas religiosos, porque quem acredita em Deus, acredita que Ele é a fonte de amor, e demonstra um amor verdadeiro aos seres humanos.

É muito comum encontrar pessoas que sentem uma forte necessidade de encontrar o seu amor verdadeiro e expressar este mesmo sentimento por outra pessoa.

As características do amor são muitas conforme explicado anteriormente mas para entendermos a fundo esse sentimento tão complexo devemos trazer a tona os conceitos sobre o amor, aqueles que se caracterizam através da formação de vínculos emocionais com outras pessoas, sejam familiares, amigos ou até um relacionamento amoroso em seus mais complexos estilos e possibilidades. Para entender mais a fundo o conceito do amor é preciso entender que esse sentimento é um organismo vivo que se alimenta constantemente de sentimentos recíprocos, uma série de estímulos que podem ser demonstrados através de gestos, palavras, pensamentos, esses estímulos podem ser sensoriais ou psicológicos e são de grande valia para sustentar esse sentimento, para que ele possa crescer e se moldar em um vinculo eterno entre duas pessoas que se completam e possam envelhecer juntas, compartilhando o amor/verdade.

 

TRANSGÊNERO SOBRE ÉTICA DO PSICÓLOGO

Conceitos:

 √ Transgênero

√ Sexo é biológico gênero e social, constituído pelas diferenças culturas, vai além de corpo físico e órgãos genitais, mas sim a auto percepção e a forma como a pessoa se expressa socialmente.

√  Identidade Sexual.

√ Como o individuo se percebe e se sente em relação ao seu sexo.

 Císgênero, ou ”cis”são as pessoas que se identificam com o gênero que lhes foi atribuído ao nascimento.

 Transgênero são pessoas que não se identificam com gênero que lhes foi determinado no nascimento.

 Em 1999. foi aprovada a resolução n° 1/1999, do Conselho Federal de Psicologia, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação á questão da orientação sexual.

 A resolução prevê que atuação a profissional não deve abordar a homossexualidade como patologia, distúrbio ou perversão, mas como uma sexualidades possíveis.

Papel do Psicólogo

√  E um trabalho multidisciplinar a partir do qual Psicólogo atua junto a uma equipe composta por um psiquiatra, Geneticista, ginecologista, cirurgião plástico otorrinolaringologista, urologista, endocrinologista e assistente social, além dos profissionais a família.

 Em relação ao código de éticas o psicólogo deverá trabalhar com respeito e a promoção da liberdade, da igualdade, e da integridade do ser humano; promoção da saúde e da qualidade de vida e responsabilidade social.

√ O Psicólogo trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades e contribuirá para a a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

Segundo o Conselho Federal de Medicina Resolução 1482/97

√ Requisitos para cirurgia, desconforto com o sexo anatômico, desejo de eliminar os genitais, insatisfação continuo e consistente no prazo mínimo de dois anos,

 √ Diagnóstico medico de transgênero, Maiores de 21 anos.

Documentos necessário:

⊗ Declaração do paciente.

⊗ Consentimento livre informativo.

⊗ Parecer psiquiátrico.

⊗ Parecer do psicólogo.

⊗ Parecer do sexólogo.

⊗ Responsável técnico.

Dinâmica do processo:

→ Psicoterapia deve ocorrer semanal de 1 a 3 vezes por semana, apoio psicológico e orientação aos familiares, após 6 messes de utilização de roupas do sexo oposto, inicia hormonioterapia. se caso assim o paciente desejar o processo de terapia.

 → Após o mínimo de dois anos de inserção no projeto, com a emissão do laudo psicológico a cirurgia e liberada

Relacionamento Saudável, é o que nós queremos no amor! Avalie o amor que você sente é Saudável ou Patológico?

Sofremos por amor, nos anulamos por amor, nos humilhamos pelo nosso par, choramos por um término e fazemos tudo o que for possível por pessoas que não merecem. Talvez tenhamos um profundo medo de acabar sozinhos, de nos encarar no espelho e de descobrir quem realmente somos.

Tivemos tantos relacionamentos e nos machucaram tanto que não somos capazes de distinguir um relacionamento saudável de um abusivo. Simplesmente temos medo da solidão e nos conformamos com pessoas que não nos tratam bem ou não nos amam.

APRENDA A IDENTIFICAR UM RELACIONAMENTO ABUSIVO

O psicólogo Walter Riso em seu livro “Amar ou depender” nos ajuda a diferenciar aqueles relacionamentos não saudáveis que nos prejudicam e não nos trazem nada de bom. Riso classifica os seguintes tipos de relacionamentos abusivos:

Amor obsessivo

Segundo Riso: “A obsessão implica que o amor se tornou insaciável no relacionamento. Um dos membros do casal nunca está satisfeito com o relacionamento, não pode fazer nada sem seu parceiro e demonstra uma grande dependência que pode existir um sintomas patológicos de amor disfuncional, entre o casal.

Uma pessoa que vive um relacionamento desses sente-se obrigada a dar o que não quer, se estressa e, em alguns casos, se sente acuada. Um parceiro obsessivo não tem limites, não dá espaço para a nossa liberdade e nosso individualismo.

Amor condensado

Trata-se de casais em que cada pessoa perdeu sua identidade, eles perderam seu amor próprio. Riso afirma que os casais desse tipo acabam adotando os mesmos gestos, piadas e formas de se vestir. Inclusive, às vezes, o amor condensado chega a manifestar um certo sentimento de posse em relação a outra pessoa.

No entanto, amar significa muito mais e sobretudo significa manter nossa individualidade, deixar que a outra pessoa seja como ela é, amá-la por isso e sermos nós mesmos, com nossos defeitos e virtudes. É uma questão de adaptação.

Amor temeroso

Todos nós temos medo de que um relacionamento chegue ao fim ou de que algo de ruim possa acontecer com uma pessoa que gostamos, mas não podemos esquecer que amar outra pessoa sempre é um risco. O medo da perda indica uma pessoa insegura, que tem medo do fracasso e do abandono.

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Mas esse medo se desdobra em muitos outros: medo de que o nosso companheiro nos decepcione, de descobrirmos uma infidelidade, de que nos abandonem ou de que o amor termine sem razão aparente. Riso recomenda termos em mente que no amor não existem certezas, que temos que aceitar a incerteza em uma relação saudável.

Amor opressivo

No amor é obrigatório respeitar a liberdade da outra pessoa, ou seja, que ela tenha seus próprios amigos, atividades, preferências, gostos e opiniões. Um amor que não respeita todos esses aspectos acaba por tornar-se opressivo e nos impede de sermos nós mesmos.

Cada membro do casal deve respeitar a personalidade, princípios, valores e objetivos da outra pessoa, ainda que sejam diferentes dos seus. É importante aprender e aceitar essas diferenças para que o relacionamento seja saudável e exista uma confiança mútua.

OS SEGREDOS PARA UMA RELAÇÃO SAUDÁVEL

Marc e Angel Chernoff passaram muito tempo ajudando seus clientes a construir relacionamentos saudáveis e duradouros e conseguiram dar algumas respostas a uma pergunta que fazemos sempre: o que é necessário para criar e alimentar uma relação saudável? Para isso criaram uma lista do que você não deve fazer para ter uma relação saudável. Alguns exemplos das suas abordagens vão a seguir.

Não espere que seu relacionamento resolva os seus problemas

Se você tem medo de estar sozinho, uma relacionamento não é a solução. Antes você terá que ver de onde vem e a que se deve esse medo da solidão e, uma vez que tenha resolvido e superado o seu problema, poderá se relacionar de uma forma mais saudável com a outra pessoa.

Não se esqueça que os seus vazios, seus medos, seu aborrecimento são problemas que interessam apenas a você e que vão persistir numa relação se você não resolvê-los antes. Portanto, enfrente a si mesmo e resolva seus problemas antes de iniciar uma relação.

Não brigue, nunca esqueça das qualidades da outra pessoa que está ao seu lado.

Quando começamos um relacionamento é normal querermos passar muito tempo juntos, mas pouco a pouco devemos deixar um espaço ao nosso parceiro e ter nosso próprio espaço. Não podemos esquecer que temos nossa vida e que ter um tempo para nós é fundamental em uma relação saudável. Aprende a valorizar a qualidade da pessoa amada se ela te faz bem, então estimule tais qualidades, não identifique imperfeições, pois todos nos temos defeitos se você, aceitar desafio de identificar pontos positivos da pessoa amada você encontrar a um verdadeiro amor saudável um vinculo afetivo bem estabelecido duradouro e congruente ambos o parceiro e parceira, a vida terá mais sentido para dois alcançado a confiança, companheirismo, a empatia, a atração um pelo outro, a paixão e por fim o amor saudável, flexível cheio de ternura, carinho e afeição um pelo outro. 

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Os casais que são felizes sabem valorizar o tempo sozinhos, gostam de sua independência para fazer as coisas de forma diferente e, ao final do dia, compartilham suas experiências mutuamente como uma forma de enriquecer a relação.

Não guarde segredos

A confiança é a base essencial de qualquer relacionamento. Se a confiança se perde é muito complicado voltar a recuperá-la. Por esse motivo, é importante que nosso parceiro não se sinta como um estranho em nossas vidas.

Surgirão ocasiões nas quais queremos ficar sozinhos, em que precisamos de espaço para tratar nossos problemas, e uma relação saudável vai nos proporcionar isso, mas se queremos esse espaço é bom que façamos um esforço de sinceridade e falemos das razões que nos levam a procurá-lo.

Às vezes escutamos frases como “eu não menti, eu omiti”, que é uma contradição absoluta, porque as omissões são mentiras. Se você mente ou omite a verdade, ela vai vir à tona mais cedo ou mais tarde.

Não deixe que o medo o domine

Nunca se perde por amar, e sim por se conter. Nenhum relacionamento baseado no amor compartilhado é impossível, a menos que você deixe de dar uma oportunidade. Amar outra pessoa significa criar uma oportunidade de se ferir, mas também de ser feliz.

Não podemos enfrentar a vida com medo de nos relacionar, é importante aprender a confiar, ainda que tenham nos machucado antes. O importante é não cometer os mesmos erros e aprender a cada dia. Para a psicologia o amor saudável e uma relação estável onde o casal tem seus momentos de cometer, mas ocorre o aprendizado entre os lados, usando por meio da capacidade de Resiliência resolver conflitos de forma saudável e que eles possam se entender por meio de diálogos, como crises de casais por ao longo do casamento que fica desgastado por comodismo ou falta de adaptação ambos os lados, para que ocorra o padrão de normalidade dentro de uma relação saudável não deve ocorrer agressões físicas e verbais o casal deve  Compreensão. Empatia. Habilidades de comunicação adequadas. Não se concentrar apenas nos aspectos positivos ou negativos. Capacidade para propor ideias e aplicar soluções. Senso de humor e se colocar no lugar do outro de forma congruente para se entender, não perder a confiança um pelo outro e o afeto do casal.

“Loves that give sadness, sick relationships that bring psychological damages”

This complaint, then ordinary though very important! It reveals people’s general difficulty in loving, and their profound willingness to engage in loving affairs that always “give in to nothing,” in relationships that always end when they seem to “have everything to succeed” and in affective and sexual involvements which wear out but, strange as it may seem, are often kept to exhaustion until marriage and the emergence of children, when the situation gets much worse. Complaints are as varied as possible given the extreme variability of the partners involved and the infinite number of situations in which relationships and involvements can occur. They range from unbridled and painful passion to almost inexperience to the inexplicable duration of a childhood courtship that has disastrously evolved into marriage, although it was always “on the face of it that it was not going to work.” Going from a love triangle to a conflicting homosexual relationship or on the other hand the maintenance of a conflicting heterosexual relationship and, simultaneously, a pleasant homosexual relationship. Anyway it’s a no-if-ending of possibilities! In almost all of these complaints, patients manifest some degree of difficulty in the sexual sphere, ranging from the loss of arousal to the total impossibility of consuming the sexual act (impotence in man and vaginismus in woman. they are usually kept hidden from doctors, friends, relatives and even, where possible, the partner or sexual partner as in the case of women who do not reach orgasm and pretend to live it, to “satisfy” the partner; Conflicting but compulsively held double relationships are also common complaints, with patients’ assertion that “they do not like this kind of situation but that a greater force or the accidents of life make them have these behaviors. According to these strands people are faced with these conflicting situations in relationships rather than being in a healthy relationship are often related to problematic people and difficult coexistence, and complicated relationships cause psychological damage to their partners and patients by shaking their emotional state, so that frustrations do not occur, we must choose our partners and partners better, then we can find a syntony between them the sides to be able to enter into a more healthy and lasting relationship in their experiences providing health and well being to the confident couple.

”Amores que dão tristeza, relacionamentos adoecidos que trazem danos Psicológicos”

Esta queixa, então corriqueira embora de importância muito! Revela a dificuldade geral, nas pessoas, de amar, e a profunda disposição delas em se envolver em casos amorosos que sempre ”dão em nada”, em relações que sempre acabam quando pareciam” ter tudo para dar certo” e em envolvimentos afetivos e sexuais que desgastam mas, por estranho que parecer, são mantidos até a exaustão muitas vezes até o casamento  e o surgimento de filhos, quando a situação fica bem mais grave. As queixas são as mais variadas possíveis, dada a extrema variabilidade dos parceiros envolvidos e o número infinito de situações em que os relacionamentos e envolvimentos podem se dar. Vão da paixão desenfreada e dolorosa por um quase desconhecimento até a duração inexplicável de um namoro de infância que evoluiu desastrosamente para o casamento, embora sempre ”estivesse na cara que não ia dar certo” Vão de um triângulo amoroso  consentido a uma relação homossexual conflitante ou por outro lado a manutenção de uma relação heterossexual conflitante e, simultaneamente, uma relação homossexual prazerosa. Enfim é um não-se-acabar de possibilidades! Em quase todas estas queixas os pacientes manisfestam algum grau de dificuldade na esfera sexual, indo da perda de excitação á total impossibilidade de consumar o ato sexual (impotência, no homem e vaginismo, na mulher. Estes problemas na esfera sexual ( e os sentimentos que eles provocam) geralmente são mantidos escondidos de médicos, amigos,parentes e ate mesmo, quando é possível, do parceira ou parceiro sexual como no caso de mulheres que não atingem o orgasmo e fingem vivê – lo, para ”satisfazer” o parceiro; na verdade, temendo admitir que não o atingem. Relacionamentos duplos conflitantes mas compulsivamente mantidos também são queixas comuns, com a firmação, pelos pacientes, de que”não gostam deste tipo de situação mas que uma força maior ou os  acasos da vida fazem com que eles tenham este comportamento. de acordo com essas vertentes pessoas que se deparam com essas situações conflitantes em relacionamentos em vez de estar em um relacionamento saudável, muitas das vezes estão – se relacionando com pessoas problemáticas e difícil convivências, e relacionamentos complicados provocam danos psicológicos a suas parceiras e paceiros abalando seu estado emocionais, para que não ocorra frustrações devemos escolher melhores nossas parceiras e parceiros, então encontrarmos um sintonia ambos os lados para ter condições de entrar em um relacionamento mais saudável e duradouro em suas vivências  proporcionando saúde e bem estar ao casal confidente.